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ESPAÇO TORCEDOR: ” Arnaldo Barros comandou a pior gestão da história do Sport”

Prezado Wellington,

Agradeço antecipadamente a publicação do texto abaixo.

A lógica e os Critérios: Onde foram parar?!
Existem verdades fáticas que devem ser sempre repetidas: Arnaldo Barros comandou a pior gestão da história do Sport e Milton Bivar é CAMPEONÍSSIMO!
Isto posto, dentro de uma narrativa cronológica, apontamos os seguintes fatos:

  1. Milton Mendes, ex-treinador, que teve um desempenho quase milagroso, que quase nos salva do rebaixamento, que montou um time organizado taticamente e que começou uma transição com a base muito elogiável, foi procurado por dirigente da atual gestão, ainda antes da eleição, mas tudo já estava definido para a vinda de Milton Cruz, então não se abriu nem negociação, ou seja, a busca por Mendes foi mais um “aceno falso” à torcida que, em sua maioria, queria a manutenção do ex-treinador;
  2. O cenário caótico e obscuro que foi encontrado no clube não permitia e não permite que a atual diretoria saiba o tamanho do problema ainda hoje, principalmente financeiro, pois praticamente todo dia aparece uma novidade ruim nessa seara, necessitando inclusive de uma auditoria externa, isto dito pela gestão atual. O que a princípio não permitiria maiores investimentos em contratações e sim um maior aproveitamento da base, eis que se contrata quase duas dezenas de jogadores, o que contraria a lógica financeira do clube e que com as regularizações desses contratados inibirá e comprometerá certamente o bom aproveitamento da base leonina;
  3. O trabalho de base já dá sinais de comprometimento ao momento em que foram devolvidos a base jogadores valorosos e que vinham sendo lapidados pelo ex-treinador M. Mendes, tais como Elias, Marlon, Charleston, etc.;

O que percebo é que esse ínicio de trabalho se mostra confuso, desprovido de critério em algumas searas e o discurso de aproveitamento da base se mostra falho, vazio e sem sustentação fática.
Na minha opinião,  as contratações deveriam ter sido mínimas, no máximo uns 7 (sete) jogadores, criando apenas uma espinha dorsal com jogadores mais experientes e, nesse primeiro quadrimestre, colocar os meninos pra jogar, sejam de titulares ou de primeira alternativa de banco, e assim conseguir garimpar alguns que se tornem realidades ao fim desse período, para que ai se fizesse novas contratações pontuais para a série B. Desta forma, não se gastaria sem saber ainda o que se pode gastar, bem como valorizaríamos de uma melhor maneira nosso patrimônio, que é a base.
Existem ações já tomadas que não tem como se retroceder, então agora é rezar, torcer e fiscalizar, embora, com toda devastação impetrada pela antiga gestão, eu acredito que esse início de nova direção poderia e deveria ter sido melhor e com escolhas mais lógicas e criteriosas.
PELO SPORT TUDO!

Felipe Rodrigues, Sócio Patrimonial Adimplente do SPORT CLUB DO RECIFE

Espaço torcedor – welaraujo2@hotmail.com

ESPAÇO TORCEDOR – “Coleção de erros 2018 nem começou…”

Prezado Wellington,
Agradeço antecipadamente a publicação do meu texto. FELIZ ANO NOVO e que DEUS O ABENÇOE!

COLEÇÃO DE ERROS: 2018 nem começou…

Seguem os absurdos cometidos:

1 – Acúmulo da vice de futebol pelo Presidente, em detrimento a Sportanos que entendem do riscado, tais como M. Bivar e Homero, porém o apego a cargos e ao poder e medo de perder o comando fez com que esse incompetente acumulasse o cargo supracitado;

2 – Já que a diretoria de futebol não teve a ombridade de entregar seus cargos no momento que seu vice entregou, fato que ética explicitamente exigiria, que o presidente dissolvesse toda diretoria e nomeasse novos diretores ouvindo rubro negros de serviços prestados ao clube, a torcida, os sócios, etc;

3 – Manter o nepotismo discarado dentro do clube e ainda por cima, aumentando os poderes do próprio filho, o tirando do jurídico, o colocando no futebol e ver o mesmo falando pelo futebol do clube e encabeçando negociações pontuais com jogadores fundamentais. Isso é o cúmulo da vaidade, da arrogância, da incoerência, da incompetência e da perda de vergonha na cara;

4 – Abrir mão da COPA DO NE e de seus dividendos. Atitude precipitada e inexplicável;

5 – Manter o boneco de ventríloquo Alexandre Faria, que não passa de um tarefeiro incompetente, com Ney Pandolfo dando sopa;

6 – Demonstrar intenção em renovar com Durval e a valores absurdos. Na contramão de tudo, pois Durval está pleno declínio e o Sport está num estado financeiro crítico. Existem outras formas de demonstrar gratidão e homenagear nossos ídolos sem que o clube seja penalizado duplamente, mantendo jogador em declínio e a valores exorbitantes;

7 – Aceitar a bucha de canhão Léo Ortiz na negociação de Ritchely;

8 – Deveria se entregar o grupo a Nelsinho já com nomes elencados pela diretoria que não iriam permanecer e que Nelsinho não poderia contar. Tomás, M. Ferraz, entre outros, não deveriam estar disponíveis ao treinador, pois se corre o risco de Nelsinho querer aproveitar essas lebréias;

9 – As velhas, repetitivas e enfadadas inércia e morosidade na reformulação do elenco;

10 – A falta de transparência absurda no que concerne a TUDO que se remete ao futebol e as finanças dentro do clube.

Poderia me estender mais e apontar outros erros, mas considero esse supracitados pecados capitais…QUE O SPORT CONSIGA RESISTIR A ESSES ARROGANTES!

PST!

Felipe Rodrigues – fanrodrigues@uol.com.br

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Espaço torcedor!!!

O primeiro passo para o renascimento do Santa Cruz futebol clube enquanto instituição de importância no cenário futebolístico nacional é a admissão que o atual paradigma estrutural faliu. Esse é o primeiro axioma que os tricolores, de maneira honesta e humilde, precisam fazer.

O clube das três cores não tem saúde estrutural, tampouco financeira. Os grilhões da precariedade parecem eternos.

No atual cenário do futebol o Santa transita entre o arcaico e o folclórico. É o “santinha” da massa e também do caos. A gravidade de tal situação não é a fase ruim, mas a mentalidade atrofiada que se enrraizou no clube, tornando atrasado tudo que dela provém. Até as “elites pensantes” do Santa Cruz envelheceram. O Santa hoje é um arremedo de clube. O Santa é uma várzea que possui estádio (precário) e torcida.

A luta contra o rebaixamento hoje é o último suspiro daquele que outrora foi o “terror do nordeste”, não por culpa de um indivíduo, mas por conta de um rolo compressor de problemas que se seguem. É duro admitir, mas o rebaixamento é questão de tempo (seja esse ano ou não).

Dessa forma, desprendemo-nos da ânsia de euforias momentâneas e partimos para a construção de um futuro concreto. Porém, é necessário dar o primeiro passo a caminho do futuro do clube que deve iniciar com a renúncia e o sepultamento de práticas gestoras e mentalidade sócio-esportiva ultrapassadas.

O desalento toma conta de vários tricolores que, assim como eu, enxergam um marasmo permanente que aliados ao desgaste do não reconhecimento do óbvio se afastam presencialmente do clube.

Avante tricolores!

Reginaldo Cabral.

(E-mail de participação: welaraujo2@hotmail.com)

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Espaço torcedor…

ESPAÇO TORCEDOR:
welaraujo2@hotmail.com

Ele é bom treinador, já deu outra cara ao time, deu oportunidade ao garoto Fabrício, uma grata surpresa, deu um padrão de jogo, nossa bola parada agora é perigo contra o adversário, mas no que tange as substituições ele é TERRÍVEL, HORRIPILANTE, GROTESCO!

Ele com suas mudanças contra o Botafogo conseguiu entregar o jogo mais ganho da história e ao que parece não serviu de lição. Ontem nós só tinhamos Everton Felipe de meia, com as características de articulação, ai ele tira para por outro atacante, ou seja, ficamos com 3 volantes e 3 atacantes, sem ninguém para fazer a transição.

QUE ERRO CRASSO E INFANTIL, MEU DEUS! A substituição era Lenis no lugar de Rogério e priu. Ele inclusive acabou com Ritchely com essa substituição, pois forçou Ritchely sair da dele para fazer as vezes de meia e DEFINITIVAMENTE NÃO É A DELE. ELE DETONOU NOSSO MEIO CAMPO COM A SUBSTITUIÇÃO! Tanto errou que tentou consertar a besteira que fez colocando Fábio no lugar de Ritchely, mas ai já era tarde e não conseguimos retomar o meio campo.

A consequência foi entregar o meio ao Salgueiro que com isso, no segundo tempo, ficou com o domínio do jogo, passou a ganhar toda segunda bola e ai deu no que deu. A mudança de Ney trouxe o Salgueiro para dentro do nosso campo. Se mantivessemos a postura e o desenho tático do primeiro tempo não teriamos tido sustos e nem dado chance a arbitragem de fazer a lanbança que fez! PST!

Felipe Rodrigues, sócio patrimonial do Sport Club do Recife

Obs.: Prezado Wellington, agradeço antecipadamente a publicação o texto acima.

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