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Nelsinho jogou muita areia no ventilador na Ilha do Retiro

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A avacalhação começou com um gravação de uma entrevista na Rádio Clube com o dirigente do futebol do Sport chamado de Leonardo Lopes, que não sabemos de onde saiu, que deixou nas suas entrelinhas que o técnico Nelsinho Baptista iria dançar caso o time não saísse vencedor no jogo contra o Botafogo.

Algo que jamais poderia acontecer e uma falta de ética para com o profissional que recebeu o recado dado, esperou a partida contra o alvinegro quando seu time saiu-se bem, e resolveu abrir o jogo numa entrevista coletiva, cujo conteúdo foi finalizado com a comunicação que estava deixando o clube.

Uma atitude tomada de forma pública jogando areia no ventilador, que espalhou-se para todos os lados.

Uma frase dita pelo profissional refletiu a atual realidade em que vive o clube: ¨Não consigo trabalhar com pessoas que enganam todo o mundo¨.

Nada mais, nada menos do que acontece no Velho Leão de 113 anos de glórias e que está sendo destruído graças a um modelo de gestão atabalhoado sem um projeto, e que está levando o clube ao fundo do poço.

Nelsinho deixou bem claro que trabalhou por quatro meses, não recebeu nenhum pagamento dos direitos de imagem, e apenas dois da CLT.

Logo após o encerramento da coletiva o dirigente Guilherme Beltrão pivô do acontecimento entrou na sala e passou a discutir com o técnico, e os seguranças tiveram que interferir, tudo à frente dos jogadores.

Conhecemos o Sport há pelo menos 62 anos, participamos de várias diretorias, inclusive como vice-presidente executivo, e vimos de tudo um pouco, momentos ruins, momentos bons, mas como os de hoje é na realidade um caos.

Enquanto isso, na sede do clube após debates inócuos o seu Conselho que se chama de Deliberativo, que deveria ser chamado de Amém, rezou na cartilha do executivo e aprovou o Balanço de 2017, ou seja assinou sem conhecer um único documento o atestado de óbito do clube.

O futuro irá demonstrar.

Um tsunami passou pela Ilha do Retiro, e somente o presidente do clube ainda não entendeu.

Lamentável, o LEÃO não merece.

NOTA 2- O CRUZEIRO EM CRISE

* Com altos investimentos na temporada, diretoria nova, o Cruzeiro era a bola da vez de nossas mídias esportivas, que os consideravam como favorito ao título.

Ao lermos os jornais de Belo Horizonte as noticias apontam para uma demissão de Mano Menezes, se no dia de amanhã o time tiver um percalço no seu jogo contra o Universidade de Chile no Mineirão pela Libertadores.

Está na terceira colocação em seu grupo: Foi derrotado pelo Racing (4×2), na Argentina, empate sem gol com o Vasco no Mineirão e empate sem gol contra o Universidad de Chile em Santiago.

O time Celeste no Brasileirão está na zona de rebaixamento, com zero ponto e duas derrotas, uma como mandante para o Grêmio por 1×0, e derrota fora para o Fluminense tambem por 1×0.

Essa é a verdadeira cara do futebol brasileiro, quando a dança das cadeiras é a apoteose dos cartolas.

A diretoria do clube cobra resultados positivos ao treinador Mano Menezes. Gastaram uma alta quantia em contratações sem o retorno esperado, com o agravante, a cobrança dos torcedores faz a cartolagem tremer.

Segundo as mídias a folha salarial do Cruzeiro está estimada em R$ 11 milhões mensais, uma das mais altas entre os clubes disputantes.

Na realidade o clube que seria mais forte ainda em 2018 com a nova diretoria, até agora soma fracassos, e a culpa sempre recai na parte mais fraca, que é o treinador.

São coisas do nosso futebol.

O Belo trucidou o Campeão Pernambucano…

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O Belo da Paraíba não teve pena do fraco Timbu, ao aplicar-lhe um olé que veio junto com o placar de 4×0.

Na realidade o Náutico pensava que era o bam-bam-bam por ter ganho o mequetrefe estadual, e na hora da verdade em dois jogos pela Série C somou apenas um ponto.

Numa competição de 18 jogos na sua fase classificatória um bom começo é fundamental.

O Botafogo-PB foi o dono do jogo durante os seus dois tempos.

Com um futebol mais aplicado, numa excelente noite de Marcos Aurelio que marcou dois gols e deu assistência a um outro, o de Dico, a vitória do time paraibano foi justa, com o direito de um gol antológico de bicicleta de Mario Sergio.

A torcida gritava olé, olé, e o Belo tocava a bola ao som de um violino, quando Walace Pernambucano que não jogou nada cometeu uma falta violenta, e foi expulso pelo arbitro.

O Náutico tem que parar para pensar, e sobretudo entender que o seu time é igual aos demais que disputam a Terceira Divisão, e que poderá sucumbir na competição se continuar jogando de forma desorganizada como aconteceu na noite de ontem, em um Amigão com a maioria dos seus espaços ociosos.

Um papelão alvirrubro.

NOTA 2- UM MINI-BRASILEIRÃO

* O modelo da Copa do Brasil foi dividido em duas fases.

A primeira foi programada para dar o pão e o circo para clubes menores, estipularam boas cotas pelas suas participações, e um obrigado.

Um adeus feliz com dinheiro no bolso.

A segunda foi formatada para a garantir a decisão entre dois clubes que eles chamam de grandes, com a inclusão depois de quatro fases dos que estavam na Libertadores, somados aos campeões da Copa do Nordeste, Copa Verde, e Brasileirão da Serie B.

A competição nas suas oitavas de final tornou-se um Mini-Brasileirão no sistema de mata-mata.

Na verdade onze clubes poderão conquistar o título com apenas 6 jogos, enquanto cinco para conseguirem esse intento jogarão 12 vezes.

Algo surreal, mas como no Brasil de tudo pode acontecer, a Copa do Brasil que já foi democrática tornou-se oligárquica.

Dos 16 clubes que estão na tabela das oitavas, 13 são da Série A, o que transformou a competição em um novo Brasileirão, com caminho mais curto para que o vencedor chegue a Copa Libertadores.

No Nacional os clubes terão pela frente 38 rodadas para conseguirem uma das vagas para o torneio Continental.

Entre os três times restantes, dois são da Série B, Goiás e Ponte Preta, e um da C, Luverdense.

Pela lógica do futebol serão eliminados nessa fase, deixando apenas os maiorais na disputa.

Tudo bem representado conforme o roteiro programado.

São coisas do futebol.

No Sport é hora de parar e pensar…

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Tudo que foi publicado no caderno de Esportes do Jornal do Commercio sobre a situação do Sport, o nosso blog já tinha analisado e mostrado que os números apontavam para uma grave crise, que só poderá ser contornada no médio prazo através de algumas mudanças no processo da gestão do clube.

Fazemos uma pequena ressalva com relação a queda das receitas de R$ 24.125.140,00, que na verdade aconteceu por conta das luvas da renovação do contrato com a TV que foram pagas no ano anterior, e as alavancaram nesse período.

Sem essas o clube voltou ao seu patamar real.

A atual administração escondeu a realidade. Faltou a transparência.

Se tivesse publicado os balancetes mensais, certamente iria aparecer alguém para chamar a atenção para os seus problemas financeiros. O seu modelo era para cobrir um santo, e ao mesmo tempo descobrir outros, e os recursos sumiram.

O binômio receitas x despesas não foi respeitado. As tentativas de melhoras no futebol levaram o clube ao fundo do poço, por conta de contratações e salários vultosos.

Uma folha salarial que chegou aos R$ 4 milhões mensais, seria obvio que iria abalar as finanças. Em 13 meses (13º), isso representou R$ 52 milhões, ou seja metade das receitas do clube só em salários dos profissionais.

Tornou-se em uma bola de neve.

No meio disso algumas contratações esquisitas.

O alto Passivo Circulante proibiu empréstimos, e resvalou no atraso salariais, como na quitação dos parcelamentos acertados com os cofres federais.

A bola rolava muito mal nos gramados, e pior ainda nos gabinetes dos diretores.

Os impostos deixaram de ser pagos, inclusive com a apropriação indébita de alguns que foram recolhidos das fontes, e que deveriam ser depositados nas contas governamentais.

Tal fato é tratado como crime fiscal.

O ano findou e só quem sabia da situação era o presidente Arnaldo Barros e seus diretores mais próximos.

Hoje a nação rubro-negra está em polvorosa, mas nada de positivo é feito para resolver a situação.

São palavras e mais palavras perdidas aos ventos.

Há anos que sempre repetimos uma frase: ¨O Sport é uma mina de ouro se bem administrado¨, e por conta disso poderá dar a volta por cima, mas para que isso possa acontecer o modelo de gestão atual tem que ser rasgado, um projeto de recuperação implantado, e o afastamento do presidente que é o mais importante para o processo.

Com a atual direção a vaca irá para o brejo.

Para tal necessita de cabeças pensantes, que possam dar o norte em que o clube deverá caminhar.

De uma coisa temos a certeza, se continuar como está, o rubro-negro irá bater no inferno, mudando o rumo chegará no final do ano no purgatório, com um balanço um pouco melhor.

Finanças, Administração e Marketing para a captação de recursos são as bases fundamentais para uma boa gestão, e no Sport esses setores são ineficientes.

A tabela contra o rebaixamento no Brasileirão!!

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PELO BLOG DE JJ

As estatísticas do Brasileirão da era de pontos corridos à partir de 2006 com vinte clubes, mostram que o numero ideal para evitar a degola é de 44 pontos, mas sendo sujeito aos critérios técnicos.

Nos últimos anos isso vem acontecendo.

Temos uma tabela para acompanhar a situação dos clubes durante a competição, que serve para checar as suas pontuações para que as providencias sejam tomadas, tanto para a manutenção que vem acontecendo, ou para a recuperação na busca de pontos perdidos.

O Brasileirão tem 38 rodadas.

Separamos as duas últimas para que possam servir para a garantia de uma permanência (stand-by) de acordo com a classificação até a 36ª rodada.

O modelo é bem simples: Separam-se 4 etapas de 9 jogos cada uma.

Nessas os clubes para fugirem da degola terão que somar 11 pontos, que no final darão os 44 necessários, que poderão ser ampliados com os resultados das últimas rodadas.

O interessante é que um disputante se não conseguir obter essa pontuação, entra na segunda etapa sabendo do que precisa somar para chegar ao nível ideal.

Ou seja, se conquistar apenas 9 pontos, necessitará de 13 no pacote seguinte, e assim segue até o final.

A tabela serve para as agremiações projetarem o seu campeonato, em especial aquelas que entram na competição com apenas o desejo da permanência.

O troféu Cuscuzeira…

Pelo Blog de JJ

Não tínhamos observado o troféu que foi entregue ao Náutico pela Federação local pela conquista do título estadual. No dia de ontem um amigo nos mandou a foto e com uma observação de que esse parecia uma cuscuzeira.

Após uma analise no material, constatamos que o fato era real, e que a escolha que foi feita pelos cartolas de Pernambuco para premiar o vencedor do estadual Fantasma foi totalmente desprovida de bom gosto.

Certamente haveria algo bem melhor.

Uma afronta ao Náutico, que esperou 14 anos para no final receber uma cuscuzeira.

Só mesmo em Pernambuco.

No Paraná um dono de clube tentou ganhar uma bolada apostando na derrota de seu próprio clube!

PELO BLOG DE JJ

O futebol paranaense mais uma vez está nas páginas policiais por conta de manipulação de resultados.

O empresário Nadim Andraus, dono do Clube Andraus Brasil, sediado em Campo Largo na região metropolitana de Curitiba, é suspeito por apostas realizadas contra o seu próprio clube.

O caso foi registrado em Novembro do ano passado na partida entre o Andraus e Portuguesa Londrina pelo estadual sub-19, e somente agora foi exposto por conta de uma reportagem do Esporte Espetacular.

Horas antes do jogo começar, um site de apostas recebeu sete apostas suspeitas, no valor de 700 dólares cada uma (cerca de R$ 2,300), cravando que o Andraus seria goleado em casa.

No intervalo da partida a Portuguesa ganhava de 4×0. No fim 4×1, rendendo para os apostadores US$ 250 mil (R$ 800 mil).

O site desconfiou e fez uma investigação e então descobriu que o apostador era o próprio dono do Andraus, Nadim Andraus. Esse nega e diz que o seu time jogou com os reservas.

O mais estranho de tudo é um site de apostas colocar um jogo de Sub-19 na sua relação. Obvio que é um chamariz para a bandidagem.

São coisas do Brasil corrupto e corruptor.

O Timbu contra o Carcará, e a insanidade cometida pelo presidente do Sport…

PELO BLOG DE JJ

A Arena Pernambuco que deverá receber um bom público, servirá como palco de um inédito confronto entre o Timbu e o Carcará pela segunda final do Estadual Fantasma.

O Náutico terminou na primeira colocação na tabela com 19 pontos, aproveitamento de 63%, enquanto o Salgueiro ficou na 4ª colocação com 14 pontos e aproveitamento de 47%.

Nas quartas de final ambos venceram os adversários pelo mesmo placar 1×0. O alvirrubro passou pelo Afogados graças ao apito amigo, e o time do Sertão Central eliminou o Vitória das Tabocas.

Dessa vez o quarteto da arbitragem é nativo, e o comando será de Tiago Nascimento que tem sido perfeito nos seus trabalhos na competição.

Não foi apito amigo nenhuma vez.

O Salgueiro embora tenha melhorado com Sergio China não é aquele time de 2017 que disputou a final contra o Sport e o apito de vídeo amigo o prejudicou, tem hoje um elenco com pouca qualidade.

Enquanto isso o Náutico mesmo com uma equipe limitada, tem uma vantagem importante, a da fome por vitórias. A sua participação nas diversas competições demonstra isso.

Pela lógica do futebol o time da Rosa e Silva é favorito, embora deva respeitar o adversário, desde que o mata-mata muitas vezes ajuda a conquista de uma zebra.

O PODER QUE NÃO É CONSULTADO:

A insanidade cometida pelo presidente do Sport confirmando que o clube não irá participar da Copa do Nordeste de 2018, é sem duvida um modelo ditatorial de comando posto que deveria ter ouvido todos segmentos do clube, e não o fez.

A repercussão foi negativa e com muitos questionamentos.

Quando se elege um presidente de um clube, na boa parte através do voto do associado, embora existam alguns casuísmos eleitorais com manobras não institucionais, esse esquece dos eleitores e assume um papel de um suserano á frente do seu feudo.

Aqueles que o conduziram para o poder máximo da agremiação são relegados, e apenas convocados para uma próxima eleição.

O associado é a alma de um clube sócio-esportivo.

Deixam milhões de reais por ano em seus cofres com o pagamento das mensalidades, na compra de produtos ofertados, nas bilheterias dos seus jogos, mas nada disso é reconhecido.

Os sócios não levaram os clubes a bancarrota. Não o endividaram. Não anteciparam receitas. Não oneraram as folhas salariais, desde que nunca foram ouvidos.

Os sócios deveriam ser consultados sobre os negócios que poderiam afetar a vida dos clubes no futuro. Os sócios deveriam ter o direito de ler todos os contratos e negociações. Os sócios não colocaram o Sport e outros clubes na pindaíba, com atrasos salariais, débitos trabalhistas, passando por vergonha perante os seus torcedores.

Nunca foram consultados sobre os temas.

Democracia é algo importante para uma sociedade, mas no futebol essa não existe em pleno vigor. Temos uma democracia meia boca, quando os sócios podem eleger os seus dirigentes, mas não podem ter acesso a tudo aquilo que se passa internamente nos intramuros.

As entidades não são transparentes, apenas um pequeno grupo de ungidos tem conhecimento do que acontece.

Os balancetes não são publicados, e por um acaso por conta de uma denuncia de fora os sócios ficam sabendo dos problemas existentes.

Quando uma eleição é finalizada, volta tudo ao que era, com o distanciamento dos eleitores do poder.

Esses deveriam fazer voltar o seu poder de força, porque na verdade são os donos das agremiações, enquanto os dirigentes são os seus agentes, mas infelizmente, nos esportes brasileiros, esses servem apenas para quitar as suas mensalidades.

Esse é o modelo do atual futebol nacional, quando os cartolas pintam e bordam e nada acontece.

A pequena patativa derrubou o Leão!

Pelo Blog de JJ

Gravamos na mente uma frase de Arnaldo Barros sobre o clube que dirige: ¨Pernambuco é pequeno para o Sport¨.

Uma afronta a todos as entidades que participam do futebol de nosso estado.

Na verdade o clube da Ilha do Retiro é grandioso em sua história, mas sofreu um apequenamento nos últimos anos, em especial de 2014 até o presente.

Na noite de ontem o Central mostrou a realidade rubro-negra ao elimina-lo do Estadual Fantasma de forma justa, por ter sido melhor em campo, bem organizado, taticamente perfeito, chegando pela primeira vez numa final dessa competição.

Abriu o placar e soube segurar o 1×0 até o final da partida.

A única coisa que o Leão tinha à seu favor era o peso da camisa, e até isso foi também destruído.

Não existe mais respeito, inclusive por não sabermos qual a sua cor, que muda a todo jogo como um camaleão. Hoje esse uniforme que já pesou toneladas tem apenas 100 gramas.

Não existe segredo no futebol e nada acontece por acaso, e para quem acessa o nosso blog leu uma postagem quando afirmamos que a final seria entre Náutico e Central, que poderá transformar-se em Central e Salgueiro.

O Sport por conta da arrogância não participou da Copa do Nordeste, foi eliminado pelo Ferroviário do Ceará na Copa do Brasil, ontem foi alijado do estadual pelo bravo Central, restando o rebaixamento para a Série B que deverá acontecer por conta de uma gestão equivocada.

A Patativa não teve medo do Velho Leão e o seu time fez história, mas a cidade de Caruaru está em débito com esse quando não lotou o estádio, que recebeu um pouco mais de 8 mil torcedores, ficando com uma ociosidade de 42%, e terá que lota-lo quando do primeiro jogo decisivo.

Vamos repetir mais uma vez um texto que caracteriza o Sport de hoje: Não tem time, não tem técnico, não tem jogadores, não tem presidente e, não tem nada.

Viva o Central o dono do pedaço.

O apito amigo na Arena Pernambuco

PELO BLOG DE JJ

A dicionário da língua portuguesa mostra que incontestável é algo que não pode ser contestado.

No caso da vitória do Náutico por 1×0 contra o Afogados, é obvio que tal palavra não caberia nos comentários da televisão.

Se não tivesse um pênalti inexistente, o alvirrubro poderia ter disputado a classificação na cobrança de penalidades.

O Náutico jogou melhor mas não conseguiu passar pelo biarticulado do Afogados, mas venceu por conta do apito amigo que influenciou no resultado.

De acordo com o Aurélio o resultado poderia ser contestado.

Por outro lado algo que deve ser destacado, o cheiro de naftalina que tomou conta da Arena, quando os torcedores do alvirrubro da Rosa e Silva tiraram as suas camisas dos velhões baús e foram torcer pelo seu clube.

Um público excelente, e que mostrou que o Náutico ainda vive, e não era a Arena o empecilho.

VEJA TAMBÉM:

EXCLUSIVO – AUDIO -Vice de futebol do Sport revela detalhes dos bastidores do Leão e crava: “O Central é o favorito ao título”

Quanto ao jogo nada a se comentar, com o Afogados bem arrumado com uma boa pegada da tática do técnico Pedro Manta, e o alvirrubro dominando a partida sem sucesso.

Foi nesse momento que surgiu Gilberto Castro assoprando o apito e marcando uma pênalidade que só esse viu, ajudando assim a vitória do Náutico.

Como tínhamos previsto os quatro melhores clubes passaram para as semifinais, dentro da lógica do futebol.

A arbitragem destoou, e o público merece aplausos.

Clubes sem dinheiro desejam Rithely

PELO BLOG DE JJ

A situação de André amofinou-se.

O jogador desapareceu como os pretendentes.

Por outro lado a negociação do volante Rithely faz parte do ridículo do futebol quando dois clubes sem recursos desejam contrata-lo apenas por empréstimo, com passe estipulado, o Atlético-MG e Internacional.

E o Sport doido por um dinheirinho luta para conseguir uns trocados.

Algo surreal.

Embora o jogador afirme que não quer ir para o Atlético-MG, em Belo Horizonte as conversas são outras, desde que esse liga para Thiago Larghi, técnico do clube e que já foi auxiliar no time da Ilha do Retiro mostrando o seu desejo de transferência para a Cidade do Galo.

Por outro lado o time mineiro declara que já tem tudo acertado com o Sport que irá empresta-lo até o final do ano com os seus direitos estipulados em R$ 8 milhões, e como contrapartida o empréstimo de dois jogadores, Danilo Barcelos que já atuou no rubro-negro e era vaiado pelos torcedores e de Carlos que foi uma esperança para o alvinegro de Minas Gerais que não desabrochou, embora seja um bom atacante.

Foi emprestado ao Internacional, atuou pouco e marcou seis gols. Tem um temperamento difícil, mas na verdade é melhor do que os atacantes do time da Ilha do Retiro.

Emprestando Rithely sem o recebimento de um real será um premio ao atleta que não agiu de forma correta com o clube.

Com a bolinha que esse terminou a temporada de 2017, o Sport corre o risco de tê-lo de volta, o que não seria interessante.

Na verdade é uma novela que não acaba e mostra a realidade do novo futebol brasileiro, quando o clube de nada vale.

– ATROPELANDO O ESTATUTO DO TORCEDOR

* Há anos que discutimos a necessidade da implantação de mais uma divisão no futebol brasileiro, para evitar a hibernação da maioria dos clubes.

Na realidade o Estatuto do Torcedor no seu artigo 8º garante as entidades o direito de participarem em competições pelo menos dez meses ao ano.

ARTIGO 8º- As competições de atletas profissionais de que participem entidades integrantes da organização desportiva do país, devem ser promovidas de acordo com o calendário anual de eventos oficiais que:

I- garanta ás entidades de prática desportiva participação em competições durante pelo menos dez meses ao ano.

Isso está escrito no Estatuto do Torcedor mas não é cumprido.

No Brasil as Leis são atropeladas e não existe ninguém para cobrar o que essas determinam.

São coisas do país da Lava Jato.

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