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Um Sábado importante para Náutico e Santa Cruz

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PELO BLOG DE JJ

A 15ª rodada da Série C será iniciada nesse sábado com jogos dos times de Pernambuco, cujas vitórias serão importantes na reta final da competição.

O Náutico receberá a visita do Juazeirense-BA e a conquista dos três pontos praticamente irá garantir-lhe a vaga no G4 final.

O alvirrubro no returno saiu da zona da degola para a vice-liderança numa campanha que poucos esperavam que poderia acontecer.

Na tabela da classificação tem 23 pontos, 7 vitórias, 2 empates e 5 derrotas, aproveitamento de 55%. Como mandante tem um aproveitamento de 76%, 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota.

Por outro lado, o time baiano está em 8º lugar, com 16 pontos, 4 vitórias, 4 empates e 6 derrotas, aproveitamento de 38%. Como visitante, somou apenas 2 pontos, e foi derrotado por cinco vezes. Não tem uma única vitória.

Sem menosprezar o adversário, obvio que o Náutico é favorito.

Logo após será a vez do Santa Cruz, cujo adversário é mais difícil, o Botafogo-PB que é um bom mandante.

O tricolor é o 3º colocado, com 21 pontos conquistados, 5 vitórias, 6 empates e 3 derrotas, com 50% de aproveitamento. Como visitante tem uma boa campanha, somando 10 pontos, aproveitamento de 47%.

Enquanto isso o Belo paraibano, é o 6º colocado, com 18 pontos, 4 vitórias, 6 empates e 4 derrotas, aproveitamento de 43%. Como mandante conquistou 11 pontos, com um aproveitamento de 61%.

Na realidade um confronto direto, e uma vitória do tricolor será o passo importante para a sua classificação.

– TREINADOR NEGRO NÃO TEM CHANCE NO FUTEBOL DO BRASIL

* Durante a Copa do Mundo da Rússia o único técnico negro era Aliuou Cisse, da seleção do Senegal. Nos demais times africanos os seus comandantes eram brancos e europeus.

No Brasil o único técnico negro que comandou a seleção do Circo foi Gentil Cardoso em cinco jogos no ano de 1959, no Sul-Americano do Equador, e assim mesmo era composta pelos atletas do futebol de nosso estado.

Na Série A Nacional nenhum dos vinte clubes tem um treinador negro no seu banco. Tem cheiro de racismo. Todos os profissionais negros estão desempregados.

Lula Pereira que foi zagueiro do Sport, trabalhou em vários clubes inclusive o Flamengo, mas está esquecido desde 2012. Andrade campeão brasileiro dirigindo o Flamengo, depois disso dirigiu alguns clubes pequenos e desapareceu.

O mais emblemático é Cristovão Borges que dirigiu grandes clubes do Brasil, e hoje faz parte dos milhões de desempregados. O mais estranho é que as vagas são abertas, e os nomes desses treinadores não são citados.

O Botafogo foi buscar um treinador que estava fora do Brasil há 14 anos, e não comentou nenhuma vez o nome de Borges.

São coisas de um futebol que exala um cheiro ruim de uma situação de racismo nesse setor.

– A JANELA DE TRANSFERÊNCIAS NO FUTEBOL BRASILEIRO

* As transferências de jogadores do Brasil para o exterior renderam R$ 161 milhões para o futebol brasileiro de acordo com um estudo inédito do Circo do Futebol.

Conhecido como janela, esse período começou no dia 2 e termina em 31 de agosto. Até quarta-feira, foram 74 negociações. Destas apenas 12 envolveram valores- Os demais se transferiram sem necessidade de pagamento, pois seus contratos estavam encerrados.

Já no caminho inverso, ou seja jogadores de fora vindo para o Brasil, a janela começou na segunda e termina no dia 15 de agosto. Apenas no primeiro dia, 50 jogadores entraram no mercado nacional, sendo que apenas quatro envolveram valores.

O total dos investimentos dos clubes brasileiros chegou a R$ 44,7 milhões. O que mais impressiona é que dos jogadores transferidos para fora do país (72), 62 saíram de forma livre sem ônus.

* Fonte: Blog de Lauro Jardim.

A Vitória do coletivo…

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A Copa do Mundo realizada na Rússia foi encerrada ontem com um grande legado, o da vitória do coletivo contra o individual.

O Bloco do Eu Sozinho deu o adeus para dar o seu lugar ao futebol de todos.

Nos lembramos das manchetes publicadas em nosso país afirmando que essa Copa seria de Neymar. Erraram feio como sempre, o craque sumiu e foi substituído pelos ¨Maravilhosos Negros da França¨, que tem um jogador excepcional em seu elenco, Mbappé, que atua no conjunto e não para si.

Não temos duvida que essa Copa foi a melhor de todos os tempos, pela sua organização, por mostrar a cara da Rússia e de suas belas cidades, e sobretudo por iniciar uma nova era do futebol, a de todos e não apenas de um personagem.

Temos uma convicção firmada que a melhor seleção foi a da Bélgica, sem duvida um colírio para os olhos, mas a França fez por merecer por ter um time bem equilibrado, jovem e com alto nível.

Sete desses jogadores foram formados no extraordinário Centro de Treinamento Clairefontaine, que é hoje uma das instalações mais sofisticadas e completas de uma federação de futebol nacional pode possuir.

Esse teve um papel fundamental no processo de formação dos Blues.

O jogo final foi de seis gols, com a vitória francesa por 4×2 frente a um brilhante adversário que pelo novo sistema, um país de um pouco mais de 4 milhões de habitantes conseguiu chegar a um patamar mais alto, como vice-campeão.

Teve até apito amigo.

A Europa conquistou o seu quarto título sucessivo, e irá continuar seguindo o mesmo caminho, desde que os outros Continentes estão muito longe de sua realidade.

Quanto ao Brasil, enquanto o país não se livrar da cartolagem que manobra o futebol nacional, não existe nenhuma esperança de uma melhora.

O trabalho de formação europeu está cem anos à frente do nosso, e isso reflete no produto final.

Fim de Copa, e o retorno de nossas competições sofríveis, mas é o que temos.

Os 25 anos sem títulos da Argentina em competições oficiais!

PELO BLOG DE JJ

A situação atual da seleção Argentina é o reflexo de 25 anos sem conquistas.

O time portenho desde 1994 não ganha um torneio oficial.

Nesse período disputou sete Copas do Mundo (1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018).

Duas Copas das Confederações (1995 e 2005).

Sete Copas América (1995, 1998, 2003, 2007, 2011, 2015, 2016 (Bi-Centenário dos Estados Unidos).

O último troféu oficial foi o da Copa América de 1993.

São números que podem ajudar os analistas a entenderem os problemas do time vizinho.

O jejum é grande.

– A VIRADA ÉPICA DA BÉLGICA

* O Japão quase que desmontava os nossos prognósticos para a final da Copa do Mundo com a Bélgica.

Em um dia primoroso, a seleção japonesa começou dando um baile na seleção Belga.

Os japoneses tentaram surpreender nos primeiros quinze minutos da fase inicial, pressionando o adversário e chegando com perigo à sua área.

A Bélgica só chegou uma vez aos 20 minutos na área adversária. Daí em diante o jogo ficou equilibrado.

Os primeiros vinte minutos do segundo tempo foram da Seleção do Japão. Em quatro minutos marcou dois gols. O primeiro deixou o adversário estonteado, sem acreditar no que estava vendo.

Depois do 2×0 a seleção Belga parou em campo não sabendo o que fazer. Mas a frieza de seus jogadores, e com a ajuda dos Deuses do Futebol, Vertonguen tentou cruzar de cabeça e a bola caiu sem querer no gol japonês.

Dai em diante sob o comando de Hazard, e graças a um cruzamento desse, de cabeça Fellaini empatou.

No minuto final em um escanteio batido pela equipe do Japão, a bola caiu nas mãos do goleiro Courtois, que a entregou rápido para De Bruyne, que fez um cruzamento certeiro para a área, e com direito a uma deixada de Lukalu a bola caiu nos pés de Chaddi, que fez o gol salvador e barrou a prorrogação que já estava programada.

Um jogo sensacional, com o Japão fazendo a melhor partida de sua história, e uma Bélgica mostrando a sua capacidade de reação por conta dos talentos que formam o seu time.

Desde a Copa de 1970, um 2×0 em um mata-mata foi modificado, e finalmente a equipe belga conseguiu passar para as quartas de final, quando irá enfrentar o Circo.

O VAR foi o craque da primeira fase da Copa do Mundo!

PELO BLOG DE JJ

O FAIR-PLAY TIROU O SENEGAL DA COPA

* Desde 1982 que o continente africano sempre coloca uma seleção nas oitavas de final de uma Copa do Mundo.

Na Copa da Rússia tal permanência foi quebrada com a eliminação do Senegal, que era o que restava dos cinco que começaram o evento.

A seleção senegalesa foi eliminada após a derrota contra a Colômbia por 1×0, pelo critério do fair-play, com seis cartões amarelos, contra quatro da seleção do Japão que foi derrotada pela Polônia por 1×0.

Ao iniciar o encontro a seleção da Colômbia precisava de uma vitória para continuar na competição, mas não conseguiu repetir o seu jogo contra a seleção polonesa.

O primeiro tempo foi fraco, defensivo, com raríssimas chance de gol.

Aos 16 minutos o árbitro marcou um pênalti inexistente contra a equipe colombiana, entretanto o VAR mais uma vez mostrou que é importante para dirimir as duvidas, ao mostrar que a falta não tinha acontecido.

O drama da equipe sul-americana aumentou por conta da contusão de James Rodriguez, que estava jogando à meio pau. Foi substituído no primeiro tempo.

A partida terminou no 0x0 nessa fase.

A Colômbia voltou um pouco melhor no segundo tempo. No momento o gol da Polônia dava a vaga para os dois times, mas o panorama não mudou com poucos chutes ao gol.

Finalmente a bola parada funcionou e o zagueiro Mina depois de uma cobrança de escanteio, de cabeça marcou o gol da vitória da sua seleção.

Depois disso, o Senegal sabendo que estava eliminado partiu para o tudo ou nada, e teve duas chances para empatar, que terminaram nas mãos do goleiro Osbina.

A análise sobre o jogo é simples, ou seja esse não existiu, e os Deuses do Futebol não estavam à favor da Nigéria, que no final foi eliminada por quem não jogou, o cartão amarelo.

A seleção da Colômbia passou para as oitavas de final que será o seu limite, como a do Japão que foi a segunda colocada do Grupo.

Esse grupo junto com o da Rússia foram os piores da competição.

– O DAY AFTER DA ALEMANHA

* Como sempre procedemos realizamos a busca nos diversos jornais europeus para sentimos o impacto da derrota da seleção alemã.

As maiores criticas caíram nas costas do treinador, em especial por ter deixado o seu jogador mais habilidoso de fora na convocação final.

Na verdade Sané é habilidoso e bom para furar retrancas, e é um dos grandes nomes do Manchester City.

Entendemos esse assunto de outra maneira.

A Alemanha realizou um excelente trabalho de formação, à partir da Copa de 2006. O titulo no Brasil foi o seu resultado, mas na verdade dormiram nos louros da vitória, e visto de forma errada como uma demonstração de força dos seus clubes.

Um equivoco.

Apesar de ter a melhor média de público do futebol mundial, com os clubes lucrativos o futebol desse país está deixando muito a desejar.

O Bayern tornou-se campeão pela sexta vez seguida, e isso mostra a pouca competitividade dos demais participantes.

Os estádios são lotados mas os jogos acontecem sem a qualidade técnica necessária. Uma boa parte dos times são fracos.

Por outro lado por um bom período os clubes do futebol alemão não conquistam títulos nas maiores competições europeias.

Isso é um reflexo da realidade.

Ter clubes organizados, ricos é positivo, mas isso vem encobrindo o mundo real, que foi apresentado na Copa do Mundo da Rússia com a eliminação precoce.

Com o poderio que a Alemanha tem o patamar deveria ser outro.

Essa queda não aconteceu por acaso, e serviu de recado.

– O ARRASTÃO DA ARÁBIA SAUDITA

* A Arábia Saudita está se tornando o paraíso para o nosso futebol.

No seu primeiro arrastão deixou oito baixas apenas de jogadores.

Segundo o jornalista Jorge Nicola, a relação poderá ser duplicada, desde que os cofres dos clubes sauditas estão recheados de milhões de dólares.

O clube brasileiro que perdeu mais atletas foi o São Paulo, com três negociações, Marcos Guilherme, Petros e Valdivia.

A lista das oito baixas foi completada com as transferências de Otero (Atlético-MG), Jonas (Flamengo), Rodolfo (São Bento), Apodi (Chapecoense) e Anselmo (Internacional).

Existem 14 jogadores em negociações, e um deles é André que não conseguiu se firmar no time do Grêmio.

O primeiro treinador que foi contratado foi Fabio Carille, que deixou o Corinthians pelo Al Wehda, e que deverá ter em breve a companhia em outros clubes de Alberto Valentim e Zé Ricardo que estão negociando as suas idas para o mundo árabe.

Na verdade fica impossível para os clubes do Brasil concorrerem com os dólares sauditas que tomaram o lugar dos chineses.

Continuamos subdesenvolvidos no futebol.

– O VAR FOI O CRAQUE DA PRIMEIRA FASE

* Foram 48 jogos em 15 dias, e muitos desses sem qualidade.

Na verdade tivemos uma única partida bem acima das demais, o da Espanha e Portugal.

A Bélgica com a sua especial geração não teve adversários pela frente. O jogo que poderia ser equilibrado, essa atuou com um time reserva, contra o alternativo da Inglaterra.

Por outro lado a Celeste, como sempre difícil de se bater, foi a única a não levar gols, e a Croácia com o fantástico Luca Modric, foram as melhores seleções, com um aproveitamento de 100%.

A decepção dessa fase foi a eliminação da campeã Alemanha.

Rússia e Suécia foram as surpresas.

O que se esperava das estrelas, apenas Cristiano Ronaldo começou bem no seu primeiro jogo, tendo uma queda nos demais, inclusive perdendo um pênalti. Messi e Neymar tiveram dois jogos opacos, e melhoraram no terceiro.

O maior destaque foi Hazard da Bélgica.

Um momento triste foi o de assistirmos a eliminação dos cinco países africanos, fato esse que não acontecia desde 1982.

O craque dessa fase inicial foi sem duvida o VAR que deu a devida transparência aos jogos, evitando que muitas penalidades não fossem marcadas.

Realmente a tecnologia veio para ficar, e quem reclama não gosta da seriedade, e sim da avacalhação.

Nas oitavas, certamente o nível deverá melhorar, desde que ficaram as melhores seleções.

O líder da série C recebe o Santa Cruz

PELO BLOG DE JJ

O Atlético Acreano é a surpresa do Grupo A da Série C.

Lidera essa competição por muitas rodadas, e está bem próximo da pontuação necessária para chegar na sua segunda fase.

O time acreano que vem jogando um bom futebol recebe hoje em casa o Santa Cruz com cara de favorito por estar invicto como mandante. São cinco vitórias.

Tem 20 pontos ganhos nos 30 que disputou, 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, aproveitamento de 67%.

Enquanto isso o tricolor de Pernambuco, é o 4º colocado, com 14 pontos, 3 vitorias, 5 empates e 2 derrotas, aproveitamento de 47%.

Como visitante somou 6 pontos, entre os 15 foram disputados.

Assistimos alguns jogos da equipe do Acre, e entendemos que a sua colocação é justa, por ser o mais organizado no gramado, e contando com um bom elenco.

Pelo seu retrospecto como mandante apresenta todas as condições de conquistar uma vitória.

NOTA 2- A BÉLGICA MOSTRANDO A SUA CARA

* Muito antes do inicio da Copa do Mundo apontávamos a seleção da Bélgica como uma das favoritas ao título mundial.

Quando alguns amigos que estavam participando dos bolões nos perguntavam sobre as chances das seleções, sempre citávamos essa equipe, que amadureceu a melhor geração do futebol mundial dos últimos tempos.

O jogo de ontem contra a Tunísia encantou pelo alto nível do seu futebol.

Joga para frente procurando o gol adversário, e o placar de 5×2 refletiu muito bem o que aconteceu.

Os incautos dizem que o adversário era fraco, mas na verdade quantas seleções que eram consideradas como favoritas caíram perante times menores.

A Bélgica é a nova Laranja Mecânica do futebol mundial, com uma proposta de jogo moderno, bonito, e com a vontade de furar as redes adversárias.

Em dois jogos foram oito gols, numa competição que o 1×0 é uma goleada. Os dois tempos desse encontro com a Tunísia tiveram a mesma intensidade. Não houve desaceleração, e os gols saindo.

O adversário lutando, de forma limpa, sem simulações.

A bola corria no gramado, com os torcedores assistindo um dos melhores times do mundo atuar.

Quando os analistas irão entender que nenhuma seleção tem um grupo como o belga, da mais alta qualidade, e que essa tem todas as condições de chegar à final da Copa e ganhar o troféu?

É só esperar.

NOTA 3- A RESPOSTA DE JUAN CARLOS OSORIO

* Entre cem mexicanos noventa e cinco eram contra o técnico da sua seleção, o colombiano Juan Carlos Osorio.

Tudo por conta do processo de mais de dois anos de experiências, rodizio de jogadores e um 7×0 sofrido contra o Chile em 2016.

A Federação local apoiou o técnico, que classificou o time mexicano para a Copa.

O trabalho apresentou resultados nos dois jogos iniciais, com uma vitória espetacular sobre a campeã Alemanha por 1×0, cujo placar poderia ter sido maior, e um 2×1 com outra boa atuação contra a Coreia do Sul.

O México está a um passo das oitavas e bastará um empate contra a Suécia para ser o líder do grupo F, com um caminho pela frente que poderá leva-lo a fase semifinal.

As mídias queriam a certeza dos 11 titulares e o técnico manteve uma escalação diferente de um jogo para o outro.

Nem uma série invicta de 22 partidas acalmou os torcedores que pediam a sua cabeça.

Como aconteceu no São Paulo, Osório escala o time de acordo com o adversário, desde que o rodizio criava uma boa condição física para os atletas, que para ele não podem jogar três partidas seguidas.

O time chegou à Copa totalmente desacreditado, e o belo jogo contra a Alemanha com uma formação primorosa postada por esse, mudou o sentimento do torcedor.

Aconteceu algo inédito e jamais visto no futebol, com a fila composta por centenas de mexicanos para pedirem desculpas ao treinador que segundo Rogerio Ceni que trabalhou com esse, é um dos melhores do mundo.

A seleção mexicana formou uma excelente geração que deverá fazer uma boa Copa do Mundo.

NOTA 4- A ALEMANHA SAIU DA UTI

* Um resultado sofrido de 2×1 para a Alemanha no seu jogo contra a briosa seleção da Suécia, que não saiu vitoriosa por conta da falta de bons atacantes.

Foi um adversário brilhante em uma partida que teve sangue, suor e lagrimas.

A equipe sueca saiu á frente do placar ainda no primeiro tempo, e teve a oportunidade de amplia-lo.

Uma Alemanha desesperada foi para o vestiário.

Aos quatro minutos do segundo tempo marcou o gol do empate, mas esperou para o último minuto do jogo para desempatar, com um bonito gol de Kross.

Foi um período longo de ataque contra a defesa, de gols perdidos, e o goleiro Olsen fazendo milagres.

O lance que definiu o jogo foi delineado por Kross.

Definido depois de três ameaçadas e um chute de curva, que passou a centímetros das costas de Sebastian Larsson, um dos suecos da barreira e entrou no ângulo da meta adversária.

A seleção da Suécia teve uma penalidade não marcada à seu favor, e abandonada pelo VAR, mas na verdade a vitória alemã foi justa pela garra de um time que lutou até os minutos finais e conseguiu uma vitória que tirou a seleção da UTI, criando chances para alcançar a sua classificação.

Na verdade foi um jogo de arrepiar e com emoções, com lagrimas dos torcedores dos dois lados.

A Radiografia das 12 rodadas do campeonato Brasileiro!

PELO BLOG DE JJ

O Brasileirinho completou as 12 rodadas programadas para antes da Copa do Mundo da Rússia, e com detalhes que devem ser discutidos e analisados.

A diferença entre o líder Flamengo e o 4ª colocado, o Internacional é de 5 pontos. Aumenta para 7 com relação ao 5º, Grêmio, 8 para o Palmeiras (6º) e Sport (7º), e de 9 para o Cruzeiro (8º). São distâncias bem razoáveis. Com relação aos outros membros do G4 e os do TOP 10, essas são reduzidas, desde que o 10º (Corinthians) para o Colorado (4º) é de 6 pontos.

Por outro lado a diferença do alvinegro de São Paulo para o Bahia, primeiro da zona da degola é de apenas 4 pontos, ou seja tem chances de subir, mas ao mesmo tempo poderá rolar a ladeira. Existe um nivelamento por baixo.

O rubro-negro da Gávea tem os melhores números que mostram uma solidificação da campanha.

É o melhor mandante, o melhor visitante, tem o segundo melhor ataque a e segunda melhor defesa. Contempla uma invencibilidade de 7 jogos seguidos, só perdendo para a surpresa da competição, o Internacional com uma sequência de 08 jogos.

Sem duvida uma campanha irretocável e que vai depender da janela de transferências para que seja mantida.

O Atlético-MG que deu um grande salto e hoje é vice-líder é um time ainda instável e se perder Roger Guedes terá um baque por esse ser a sua referência.

Dois clubes que foram poucos citados no inicio do campeonato, São Paulo (3º) e Internacional (4º) tiveram uma grande evolução. A maior queda foi a do Cruzeiro que era um dos favoritos e está na 8ª posição com 18 pontos, quatro a menos do que o Internacional, mas a sua performance no gramado não estimula um bom prognóstico. O seu ataque em 12 jogos marcou 8 gols e a defesa levou 7. Para um clube que deseja algo mais são números avassaladores.

O Grêmio que era o mais citado por nossas mídias, embora esteja bem colocado na 5ª posição, também tem um ataque inoperante para quem disputa o título (11 gols), mas a defesa é a menos vazada (5 gols).

Na parte mais baixa, dois clubes estão cada dia mais se afundando, o Ceará e o Atlético-PR. O time cearense é o único que não tem vitória. O rubro-negro do Paraná completou 4 rodadas sem sucesso. O Fluminense é outro que corre o perigo da degola, tendo completado 5 jogos sem vitórias e está com uma distância de dois pontos para o 17º (Bahia).

Com relação ao Sport, esse faz uma boa campanha com o grupo e a 7ª posição está do bom tamanho.

O rubro-negro leva uma boa vantagem para essa segunda etapa do campeonato, desde que do TOP 10 só não enfrentou o Flamengo e São Paulo, ou seja terá pela frente jogos com equipes que estão na segunda página da competição.

Ainda é muito cedo para os prognósticos das chances de titulo, mas os números do Flamengo estimam um percentual de 36,2%, contra 14,4% do Atlético-MG, 12,1% do São Paulo, 11,3% do Internacional, 5,3% do Grêmio, 4,0% do Palmeiras, 3,8% do Sport e 3,5% do Cruzeiro.

Serão 40 dias sem jogos e muita coisa poderá acontecer, mas o clube da Gávea é o favorito pelos números que vem apresentando.

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A Sofrência de Náutico e Santa Cruz…

PELO BLOG DE JJ

Na postagem de ontem quando analisamos os jogos envolvendo o Náutico e Santa Cruz pela Série C Nacional, afirmamos que o sábado seria de sofrência para os torcedores dos dois times.

Acertamos no centro do alvo.

Como já era esperado o alvirrubro foi derrotado pelo ABC por 2×0, completando a sua quarta derrota como visitante, e com o agravante sem marcar um único gol, e sofrendo nove.

A partida foi uma tragédia, desde que o próprio time potiguar não jogou bem, e o numero de passes errados extrapolou o limite da racionalidade.

Com essa derrota o Náutico voltou a ocupar a lanterna e viu a sua situação agravada.

O time é fraco, sem qualidade, e com pouca inspiração.

Virou um saco de pancadas.

Enquanto isso os torcedores do Santa Cruz sofreram no Arruda durante o jogo do seu time contra o Juazeirense.

Conseguiu um gol no primeiro tempo, e aguentou a pressão do time baiano no segundo, principalmente após a expulsão de Alan Vieira.

Esse encontro foi uma pelada de rua com bola de borracha.

O Juazeirense é um time fraco, sem expressão e teve o empate por várias vezes nas chuteiras ou nas cabeças dos seus jogadores, que não souberam aproveitar.

Com essa vitória, o Santa Cruz chegou provisoriamente no G4, mas pelo que estamos observando, com esse futebol que está jogando, terá dificuldades de manter essa posição, desde que vive de altos e baixos.

Pobre futebol de Pernambuco.

Na noite de hoje o Salgueiro enfrentará o Remo, em Belém, após duas rodadas com vitórias.

Um jogo difícil, com o time paraense desesperado e necessitando de um bom resultado.

– QUASE 40% DOS JOGOS DO BRASILEIRINHO COM MENOS DE 10 MIL PAGANTES

* Os jogos do Flamengo e Corinthians com seus bons públicos, vem segurando a média de pagantes do Brasileirinho.

Para que se tenha uma ideia, quase 40% dos jogos realizados tem público abaixo de 10 mil torcedores.

As estatísticas do site sr.goool nos mostram que 30 jogos dos 79 realizados nessa competição não atingiram pelo menos 10 mil pagantes.

O Atlético-PR em seus quatro jogos como mandante, apenas o do Palmeiras conseguiu superar essa marca (19.077).

No caso do Vasco da Gama a situação é mais constrangedora, desde que tem dois entre as três piores ocupações do seu estádio.

No jogo contra o time do Vitória-BA recebeu no São Januário apenas 3.147 testemunhas.

América-MG e Botafogo são outros dois clubes que realizaram quatro partidas em casa, e em nenhuma delas passou da casa dos 10 mil seguidores.

Nem mesmo o Fluminense que está bem no alto da tabela, conseguiu escapar do vexame quando em dois jogos em casa não superou essa marca. Com o Atlético-PR foram 8.364 pagantes, e 8.671 contra o Cruzeiro.

O Sport que está no G6, no confronto contra o Botafogo recebeu na Ilha do Retiro 5.151 apaixonados.

O Atlético-MG, que já liderou a competição, no jogo contra o Vitória viu o Independência vazio, com 9.648 testemunhas presentes.

Ao todo, 11 clubes já atuaram, ao menos, por uma vez com público inferior a 10 mil pagantes.

Enquanto isso os números mostram que sete clubes da Série A tem uma média abaixo de 10 mil seguidores.

Seis clubes conseguiram romper a barreira dos 20 mil pagantes, com o Flamengo liderando em campo e nas arquibancadas.

A média do rubro-negro após quatro jogos rivaliza com o futebol europeu, com 46.284 apaixonados.

Os dados mostram na realidade o tamanho do nosso futebol, quando clubes da sua Divisão Principal perdem para os da Segunda Divisão inglesa, e alguns para times da Terceira.

Que futebol é esse?

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O Sport em dez anos jogou 650 partidas…

PELO BLOG DE JJ

A insanidade é o padrão maior do futebol brasileiro.

Levantamento feito pela Pluri Consultoria mostrou que os clubes brasileiros são os que mais entraram em campo entre 2006 e 2017 no planeta.

Algo que assusta a qualquer analista desse esporte.

É o Inacreditável Futebol Clube.

O Internacional liderou esse ranking, com 713 jogos realizados. Desses 213 foram dos estaduais.

O Grêmio foi o segundo com 703 partidas, com 188 pelos estaduais.

Em terceiro vem o Santos, com 701, com 209 pelos estaduais.

Entre os 10 primeiros todos são clubes brasileiros.

Do 11º ao 20º aparecem 17 clubes do nosso futebol e 3 colombianos.

O Sport Recife está na 14ª colocação, com 650 jogos, sendo que 150 foram gastos com os estaduais.

O Náutico ficou na 28ª colocação entre os 50 clubes ranqueados, com 595 jogos, sendo que entre esses 173 foram dos campeonatos locais.

Obvio que se os estaduais não existissem teríamos números iguais aos do futebol europeu.

Para que se possa observar que o calendário é estrambelhado, o Barcelona nesse período atuou por 593 vezes, 120 partidas à menos do que o Inter e 57 à menos do que o Sport.

O Real Madrid jogou 555 vezes.

Os números atestam o que sempre afirmamos em nossas postagens com relação ao Calendário, que é um monstro criado no laboratório da Barra da Tijuca e que vai consumindo o nosso futebol.

– ¨DEIXA MORRER¨

* Recebemos um vídeo com uma cena que caracteriza o ponto a que chegamos na irracionalidade no futebol brasileiro.

Pela sexta rodada da primeira fase do Brasileiro da Série D, o Treze e o Vitória da Conquista se enfrentaram em Campina Grande no antigo estádio Presidente Vargas.

O jogo terminou empatado, com o time paraibano se classificando em primeiro lugar do seu grupo.

Aos 41 minutos, a partida teve que ser paralisada para a entrada da ambulância em campo depois de um choque de cabeça entre o zagueiro Vinicius, do time baiano e o atacante Maxuel Samurai do time da Paraíba.

A equipe médica achou prudente levar o zagueiro baiano para o hospital, quando na ocasião os torcedores do Treze bradavam ¨deixa morrer¨, ¨deixa morrer¨.

O relato está na súmula do jogo.

Indignado o meia campista do time do Vitória da Conquista foi tomar satisfação com os torcedores, e foi atingido por copos, objetos diversos e cusparadas, ao se aproximar do alambrado.

Pensamos que tínhamos visto de tudo no futebol do nosso país, mas torcedores pedindo aos médicos para deixar um atleta que está ganhando o seu pão morrer, passou do limite da racionalidade.

Depois disso somente o diluvio.

– O PALMEIRAS FICOU DE JOELHOS PERANTE A MANCHA VERDE

* A torcida organizada do Palmeiras, Mancha Verde, deixou de calças nas mãos e ajoelhada aos seus pés, a diretoria do clube.

Uma vergonha para uma agremiação tradicional e com uma rica história no futebol brasileiro.

Barrados nas gestões de Paulo Nobre, os integrantes dessa facção conseguiram em uma semana fazer três reuniões com a diretoria do alviverde de São Paulo.

Nessas reuniões os torcedores exigiram a saída de Tchê Tchê e de Dayverson, além de pedir a entrega da faixa de capitão a Dudu.

Além disso indicaram contratações.

A primeira reunião foi na sede da Mancha, com a presença do Diretor Executivo Alexandre Mattos, que perdeu cinco horas de trabalho prestando contas aos torcedores. Dudu esteve presente.

Uma dessas reuniões foi realizada na Academia do Palmeiras, com a presença de diretores, e o resultado dessa foi o de abrandar o pedido de saída de Roger Machado.

Vamos e convenhamos, na realidade o clube entregou-se de corpo e alma a uma organizada que está tornando-se maior do que esse, e que dá as cartas a uma diretoria que tem medo de enfrenta-la como aconteceu na gestão anterior.

Esse é o retrato do futebol brasileiro. Por isso é que está no fundo do poço.

Lamentável.

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Enfim um bom jogo de futebol…

PELO BLOG DE JJ

O melhor jogo entre todas as Divisões Nacionais aconteceu no dia de ontem, entre o Confiança e Santa Cruz, pela Série C.

Não é necessário ter jogadores com altos salários para que se tenha um bom futebol, basta a vontade, e sobretudo a raça dos times para que a bola não seja maltratada.

O time sergipano assim como o tricolor de Pernambuco entraram em campo para jogar, e o fizeram.

O primeiro tempo foi melhor para a equipe da casa, embora o Santa Cruz tenha perdido um gol cara a cara com o goleiro.

Na segunda fase, com as mudanças efetuadas o time Coral tomou gosto pela partida, quando levou um gol do Confiança. Não se abalou e continuou atacando, conseguindo o empate.

O azulão sergipano nos minutos finais procurou o desempate e o interessante é que o tricolor do Arruda não fechou-se e também buscou a vitória.

Uma partida interessante, com um bom público e sobretudo com a boa vontade de jogar futebol dos dois contendores.

Assistimos tantos jogos fracos nas demais divisões, e finalmente na segunda-feira fomos presenteados com uma boa partida.

O empate de 1×1 foi justo para ambos.

– A VINGANÇA DOS VISITANTES

* A sétima rodada do Brasileirinho serviu como vingança dos times visitantes, já que estavam sendo massacrados, e conseguiram pela primeira vez conquistarem mais vitórias do que os mandantes.

Foram cinco contra três dos donos da casa, e dois empates.

A média de gols foi de 2,4 por jogo, e como já era esperado apenas 135.671 pagantes estiveram nas arquibancadas, com uma média de 13.567 por jogo.

No geral os mandantes somam 35 vitórias, empates 21 e 13 para os que visitam.

O total de publico é de 1.182.812, uma média de 17.142 torcedores por jogo.

Com relação a classificação da competição, o Flamengo lidera com 14 pontos, que é a menor da era dos pontos corridos com 20 clubes.

Obvio que muita água vai rolar por baixo da ponte, mas nessas sete rodadas no meio de uma mediocridade generalizada alguns clubes se destacaram, tais como o Fluminense com os seus jovens do Xerém, que está na vice-liderança, graças ao comando de Abel Braga, e o São Paulo de Diego Aguirre que vem evoluindo jogo a jogo, é o único invicto entre todas as competições, e com o bom futebol de Diego Souza e Nenê, será um dos candidatos ao título.

Enquanto o tricolor paulista em sete rodadas não sofreu nenhuma derrota, Ceará e Paraná não conseguiram uma misera vitória, e são sérios candidatos ao rebaixamento.

Por uma coincidência dois time que vieram do acesso.

Com referencia ao Sport, sem duvida o time aprendeu a jogar dentro das limitações, e pelo andar da carruagem poderá fazer um percurso de manutenção de forma tranquila.

As decepções vem do Grêmio e Palmeiras, sobretudo esse último que é tratado pelas mídias como dono de um grande time.

Na verdade é grande apenas no papel, e quando o assistimos jogar é tão mediano como os demais.

– SEIS MESES DE HIBERNAÇÃO

* A fase de grupos da Série D foi encerada no último domingo, e com ela mais 36 clubes começaram com o processo de hibernação e já seguiram para as cavernas para se juntarem as centenas de outros que tiveram esse destino logo após os estaduais.

Serão seis meses sem futebol para esses e o desemprego de mais de 792 profissionais, sem contarmos com os demais segmentos de um departamento de futebol.

O futebol brasileiro é autofágico quando degusta seus membros em uma fogueira.

Enquanto isso, o Circo do Futebol Brasileiro (CBF), prepara um voo da alegria levando 26 presidentes de federações, e 10 de clubes das Séries A e B. com um dispêndio de R$ 4 milhões.

A Série D tem que ter o formato das outras competições, com maior número de clubes divididos em grupos regionais, como a C deveria ser igual as Séries A e B, com jogos durante o ano.

A criação de uma nova Série, a E, regionalizada fecharia o ciclo de manutenção do futebol no Brasil.

Em Pernambuco um clube da tradição como o Central, sediado em uma cidade economicamente forte, é um dos que irão hibernar.

Qual o seu futuro?

Belo Jardim e Flamengo-PE juntaram-se ao time de Caruaru, estão na parte mais alta da Serra das Russas.

Que futebol é esse que destrói os clubes, e joga fora recursos com cartolas que nada fazem por esse?

Nem Freud poderia explicar.

Lamentável.

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Ainda bem que temos o Salgueiro…

PELO BLOG DE JJ

Quando assistimos o Náutico jogar verificamos o tamanho do nosso futebol, desde que o alvirrubro há pouco tempo conquistou o título de campeão estadual.

Imagine os seus adversários.

Na tarde de ontem o Timbu completou a quarta derrota em seis jogos realizados pela Série C Nacional.

Foi derrotado pelo Juazeirense por 2×0, placar que foi injusto para o time baiano que teve diversas chances de marcar mais gols.

A equipe pernambucana não apresentou nada de positivo durante a partida.

Foi dominada por um time simples, de pouca qualidade, mas com uma boa organização.

O Cancão de Fogo bicou o Timbu.

A situação do Náutico cada dia se agrava mais.

Não tem um treinador capaz de se impor perante o elenco, e hoje a sua luta não será pelo acesso, e sim pela permanência na atual Série.

O time é frágil, sem a mínima qualidade e com um agravante o de ser mais desorganizado do que um bloco de rua.

Ou a sua diretoria acorda, ou terá um pesadelo no final dessa fase da competição, com a possibilidade de ser rebaixado para a Serie D Nacional.

Se isso acontecer será o fundo do fundo do poço, e lamentável para o futebol de nosso estado, que está na UTI por um bom tempo.

No período noturno foi a vez da Cobra Coral apanhar do Belo da Paraíba, em um jogo de viradas e muito bom de se assistir.

Uma partida com alternâncias.

Um período era do Santa Cruz, o outro do Botafogo-PB, e o placar final para o alvinegro paraibano mostrou a realidade e a intensidade do jogo (3×2).

O Belo saiu à frente, o tricolor empatou e virou o placar para 2×1, e perdeu chances de amplia-lo.

O empate e a virada surgiram para a equipe da Paraíba que fechou o resultado.

Na verdade se houvesse justiça no futebol, o empate seria de bom tamanho pelo que os dois times apresentaram.

Enquanto os clubes de nossa capital eram atropelados, o Salgueiro de forma surpreendente jogando a sua melhor partida na competição atropelou o ABC de Natal por 3×0.

Não havia nenhum ser pensante que acreditasse numa conquista do time sertanejo, mas essa veio e salvou o futebol de Pernambuco de um vexame.

Ainda bem que temos o Salgueiro que venceu o seu jogo, e ainda mandou o Náutico para a lanterna da competição.

– UMA BONITA FESTA NA DESPEDIDA DE BUFFON

* A Juventus já tinha conquistado o titulo da Liga Italiana, e o seu último jogo foi programado para entrega do troféu e das medalhas para os campeões, e em especial para a despedida do goleiro Buffon, que após 17 anos de clube resolveu encerrar a sua participação no time de Turim.

A Juve derrotou o time Hella Verona por 2×1, mas as arquibancadas vibraram com os cânticos em homenagem ao seu maior ídolo.

A sua presença vestindo a camisa da Velha Senhora por quase duas décadas é um fato raro em um esporte que há anos vive de idas e vindas dos atletas.

As cores dos times já não tem validade. O dinheiro soa mais alto.

Aos 17 minutos do segundo tempo Buffon foi substituído, fato esse que originou o momento mais bonito e de maior emoção na partida.

Ao deixar o gramado, o capitão da Juve abraçou todos os jogadores, recebendo beijos desses, além de ser festejado pelos adversários.

As câmeras da televisão percorriam as arquibancadas focando as crianças e adultos chorando com a emoção do momento.

Sem duvida um acontecimento que ficará na história do futebol que também tem seus bons momentos, deixando um recado que ainda se pode acreditar nesse esporte.

Uma festa bonita, inclusive na entrega das medalhas. Organizada, com o fator civilidade tomando conta da Arena.

Buffon é um exemplo do lado bom desse esporte.

Nos lembramos do goleiro Magrão com os seus 13 anos no Sport, que é outro exemplo de dignidade e que merece uma grande homenagem em sua despedida.

– ROGÉRIO CENI E O FORTALEZA

* No final do estadual cearense quando o Ceará conquistou o título, os torcedores do Fortaleza pediram a cabeça de Rogerio Ceni, sob a alegação de três derrotas seguidas para o time rival.

Felizmente o presidente do clube bancou o técnico, e os resultados estão aparecendo na Série B Nacional com uma campanha brilhante do tricolor do Pici.

Assistimos na última sexta-feira mais uma vitória da equipe cearense contra o Figueirense por 3×1, em um dos melhores jogos realizados nessa divisão.

O Fortaleza acumulou 16 pontos em seis rodadas, com cinco vitórias e um empate, e lidera a competição. São 14 gols marcados e quatro sofridos e um aproveitamento de 88,9%, que é excelente.

O time joga de forma simples com um tradicional 4-3-3 e preza pela posse de bola. No jogo em Santa Catarina o tricolor conseguiu 20 finalizações.

Na realidade a Série B é frágil, e se o time cearense continuar com essa brilhante campanha poderá ter o acesso garantido no final da competição, e que poderá substituir o rival que não anda bem na Série A, com tendência de ser rebaixado.

A campanha do Fortaleza só perde para a do Corinthians em 2008, que tinha 18 pontos em seis jogos.

Com relação aos clubes do Nordeste que disputaram essa divisão desde 2006, empata com a do Náutico de 2015.

O importante é que dentro das limitações do time, Rogerio Ceni está aproveitando bem de todas as suas peças e jogando um bom futebol.

Os dois próximos jogos do tricolor do Pici serão em casa, e os adversários estão na zona da degola, Criciúma e Sampaio Correa.

O Fortaleza com a sua grande torcida faz falta ao Brasileirinho.

– OS RESULTADOS DO BRASILEIRINHO

* Ontem foram realizados três jogos na abertura da sexta rodada do Brasileirinho.

No período da tarde, com o estádio Independência com espaços ociosos, o Atlético-MG enfrentou o time reserva do Cruzeiro, que fez a opção pelo jogo da Libertadores na próxima terça-feira.

O Galo que não tinha nada com isso aproveitou-se e o derrotou por 1×0.

Apesar do time reserva a Raposa foi valente, teve boas chances e se tivesse maior força ofensiva, poderia ter saído com um resultado melhor.

Já o alvinegro que era o mandante e precisando de uma vitória para aliviar a pressão, tomou a iniciativa do jogo, com uma maior posse de bola no primeiro tempo, 67,5%. Chegou a criar algumas chances, mas pecou nas finalizações.

O Cruzeiro nesse período optou por jogar retrancado, compactado na marcação, mas bem fraco nos ataques. Nos primeiros 45 minutos, o placar foi de 0x0.

No segundo tempo, aos 3 minutos, o meia do time Celeste, Mancuello levou o segundo cartão amarelo e o vermelho.

Mesmo com um a menos a Raposa atuou de forma diferente da primeira etapa não se encolhendo na defesa.

O Galo cresceu, e marcou o seu gol vencedor, enquanto o Cruzeiro mesmo com 10 homens tentava o empate.

Um jogo sem sal, sem gosto, e ganhou aquele que jogou com o time titular.

No Maracanã, o clássico entre Flamengo e Vasco foi grotesco.

Aliás, as vaias dos torcedores no final mostraram o desencanto com os dois times.

Uma partida com menos de 50% de bola correndo, com muitas faltas, reclamações e quatro expulsões, dois de cada lado.

Pouca bola e muita confusão, que é o retrato do futebol carioca.

O placar de 1×1 ficou de bom tamanho por conta da mediocridade.

No Allianz Parque, o Palmeiras no primeiro tempo liquidou o Bahia com o placar de 3×0 que permaneceu até o final.

A segunda fase foi de manutenção.

O time baiano a cada rodada se afunda mais na zona da degola.

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