Por: Alexandre Ricardo/CoralNET

Foi tudo muito rápido. Depois da saída de Paulo César Gusmão, o Santa Cruz tratou de procurar outro nome e anunciou Roberto Fernandes como novo treinador da equipe coral. Na tarde desta quinta-feira(24), foi apresentado oficialmente numa coletiva de imprensa, antes do treino no campo.

Nas primeiras palavras, antes das perguntas, o técnico de 47 anos falou sobre a satisfação em estar comandando o Clube do Povo, além da confiança da diretoria em abrir negociação e chegar à contratação.

Quero agradecer a confiança da diretoria. Ao meu ver esse convite demorou um pouquinho, passou do momento que eu assumisse esse desafio. Qual treinador do Brasil não se sentiria honrado em defender o Santa Cruz? Chego com muita felicidade, motivação e esperança de chegar ao objetivo que é o acesso “, falou.

Terceiro treinador na atual temporada, Roberto Fernandes opinou sobre o momento que vive o time tricolor na temporada. Para ele, é uma oportunidade de reflexão e entendimento da dificuldade que a Série C impõe a cada rodada.

Quando assumi o Confiança, em 2016, o clube estava na zona de rebaixamento. Depois, quase se classificaria. O Santa Cruz estava recentemente no G4, se encontra num colocação acessível. A força do torcedor fará diferença em busca do acesso. Obviamente, não é a mudança no comando que garante os resultados. Mas a postura tem que passar por mim, na direção e chegar nos jogadores “, avisou o novo comandante

DIFICULDADES
A Série C é extremamente equilibrada, fica até redundante de falar. Não podemos achar que apenas a força da camisa vai adiantar. Até rodada passada o Atlético Acreano era líder. Estava aqui do lado e sei a qualidade do time do Santa Cruz, que tem condições de brigar na parte de cima da tabela “.

PERFIL
A crítica fica por parte da imprensa, que avalia o trabalho. O que ficou no Náutico foi o fim do jejum de títulos, a marca de uma equipe aguerrida. Mas agora estou no Santa Cruz, um clube que está numa divisão que não condiz com seu tamanho “.

QUESTIONAMENTOS
Ninguém fala do jejum que tirei do Náutico, do Remo, do América de Natal. Sempre existe essa questão de que sou torcedor. Mas meu carro-chefe não é identificação. Todo mundo teve uma infância, não é exclusividade minha. Ontem tinha torcedor me desejando boa sorte, hoje gente me chamando de judas. Por que não pagam minhas contas? Eu estava contratado lá. Quem está no Santa Cruz é o profissional

DESEJO
Para mim, seria fantástico terminar a temporada com um título estadual e um acesso à Série B. Mas não posso me colocar à frente dos objetivos do clube. O importante é ter consciência da nossa responsabilidade “.

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