Por: Alexandre Ricardo/CoralNET

Se tem uma coisa que o técnico Givanildo Oliveira não abre mão, é da sinceridade. Depois do empate em 0x0 com o Náutico, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o treinador concordou com o equilíbrio que marcou a forma como a partida se desenvolveu dentro de campo.

Com muitas dificuldades de criação, as duas equipes tiveram chances isoladas de marcar gols. Questionado sobre a justiça do resultado, que não apontou nenhuma grande diferença entre as propostas de jogo, Givanildo citou as poucas oportunidades para confirmar seu pensamento.

No geral, o resultado foi justo. Na parte final do jogo, tivemos até um volume de jogo maior, mas com risco de tomar um gol no contra-ataque. Nossa maior chance foi com Augusto, no primeiro tempo. Na segunda etapa, o Alison acertou uma bela cabeçada e Júlio César foi buscar a bola. Tinha falado antes e aconteceu: em clássico, as coisas se neutralizam dentro das quatro linhas “, argumentou.

Atuando como visitante, alguns jogadores se mostraram felizes com o ponto conquistado diante de um rival local. Na coletiva de imprensa, o comandante coral foi perguntado se concordava com o pensamento de satisfação.

Preferia ter ganho. Contra o Luverdense, da forma como aconteceu, é sim um empate a se comemorar. Sobre o Náutico, apesar deles serem os mandantes, é um clássico e o jogo aconteceu em Recife. Não comemoro, mas acho justo pela forma como foi o jogo. Apesar disso, criamos algumas chances e poderíamos ter saído com o resultado positivo “, afirmou Givanildo.

SEQUÊNCIA
Com certeza, há uma necessidade de se ganhar os dois próximos jogos em casa. Se conseguirmos os seis pontos, poderemos ficar perto ou até mesmo entrar no G-4. Esperamos o apoio da torcida já na terça(18) para iniciarmos uma sequência de bons resultados “.

SUBSTITUIÇÃO
Optei pelo Júlio Sheik porque o Bruno Paulo sequer treinou. Apenas realizou um recreativo e conversou comigo, não me passou confiança. Como não estava totalmente pronto, optei por segurar e não arriscar o jogador “.

GRAMADO
Se estava ruim, foi tanto para o Santa Cruz quanto para o Náutico. Os jogadores são profissionais e devem ter um ambiente propício para a prática do futebol. Se me perguntar, vou reclamar sempre, da mesma forma que estou chateado com a situação do nosso gramado no Arruda “.

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