Por: Alexandre Ricardo/CoralNET

Iniciando a montagem do elenco para a temporada 2019, a diretoria do Santa Cruz está de fato mergulhada no mercado em busca de contratações para a equipe.

Depois da chegada dos três primeiros reforços (Vitão, Lucas Gonçalves e Luiz Felipe), mais seis jogadores devem se apresentar nesta próxima semana.

Perguntado sobre as consultas que o clube tem feito aos grandes clubes do país, na busca por parcerias para a vinda de atletas, o executivo de futebol Luciano Sorriso confirmou que as conversas com Palmeiras e Cruzeiro já foram iniciadas. Com a Raposa de Belo Horizonte/MG, por exemplo, houve uma conferência e dois nomes foram sugeridos, mas as negociações não andaram.

Além da ginástica financeira para atrair jogadores de qualidade, o Mais Querido tem se preocupado em avaliar de maneira criteriosa o que o mercado oferece.

De acordo com o dirigente, o Santa Cruz não está preocupado em elevar a quantidade de peças, sem que antes sejam preenchidos requisitos para vestir a camisa coral. ” Nós fizemos contato com alguns clube, mas como eu falei anteriormente não vai adiantar só mandar o atleta sem que a gente avalie, sem que percebamos também que é uma necessidade nossa, de fazer parte do nosso elenco. A chance de ser bom jogador é grande, vindo dos grandes centros. Mas não necessariamente está num bom momento e tem nosso perfil “, ponderou Luciano Sorriso.

Outro aspecto que tem sido encarado como desafio é o de sustentar a imagem de vitrine que a Cobra Coral tem no futebol brasileiro. De contraponto, está o receio que se tem por conta das dificuldades de cumprir com obrigações salariais nas últimas temporadas. ” Não está havendo competição, então tudo é especulado. O mercado está totalmente aberto, onde todos os 27 estaduais estão com grupos sendo montados. Competimos com muita coisa, nosso cenário não é bem visto pelo passado. Estamos encontrando algumas dificuldades quanto a isso, mas vários clubes estão interessados porque sabem que aqui têm uma bela oportunidade de testar o atleta e saber se eles têm condições de jogar em alto nível “, concluiu.