PELO BLOG DE JJ

A Arena Pernambuco que deverá receber um bom público, servirá como palco de um inédito confronto entre o Timbu e o Carcará pela segunda final do Estadual Fantasma.

O Náutico terminou na primeira colocação na tabela com 19 pontos, aproveitamento de 63%, enquanto o Salgueiro ficou na 4ª colocação com 14 pontos e aproveitamento de 47%.

Nas quartas de final ambos venceram os adversários pelo mesmo placar 1×0. O alvirrubro passou pelo Afogados graças ao apito amigo, e o time do Sertão Central eliminou o Vitória das Tabocas.

Dessa vez o quarteto da arbitragem é nativo, e o comando será de Tiago Nascimento que tem sido perfeito nos seus trabalhos na competição.

Não foi apito amigo nenhuma vez.

O Salgueiro embora tenha melhorado com Sergio China não é aquele time de 2017 que disputou a final contra o Sport e o apito de vídeo amigo o prejudicou, tem hoje um elenco com pouca qualidade.

Enquanto isso o Náutico mesmo com uma equipe limitada, tem uma vantagem importante, a da fome por vitórias. A sua participação nas diversas competições demonstra isso.

Pela lógica do futebol o time da Rosa e Silva é favorito, embora deva respeitar o adversário, desde que o mata-mata muitas vezes ajuda a conquista de uma zebra.

O PODER QUE NÃO É CONSULTADO:

A insanidade cometida pelo presidente do Sport confirmando que o clube não irá participar da Copa do Nordeste de 2018, é sem duvida um modelo ditatorial de comando posto que deveria ter ouvido todos segmentos do clube, e não o fez.

A repercussão foi negativa e com muitos questionamentos.

Quando se elege um presidente de um clube, na boa parte através do voto do associado, embora existam alguns casuísmos eleitorais com manobras não institucionais, esse esquece dos eleitores e assume um papel de um suserano á frente do seu feudo.

Aqueles que o conduziram para o poder máximo da agremiação são relegados, e apenas convocados para uma próxima eleição.

O associado é a alma de um clube sócio-esportivo.

Deixam milhões de reais por ano em seus cofres com o pagamento das mensalidades, na compra de produtos ofertados, nas bilheterias dos seus jogos, mas nada disso é reconhecido.

Os sócios não levaram os clubes a bancarrota. Não o endividaram. Não anteciparam receitas. Não oneraram as folhas salariais, desde que nunca foram ouvidos.

Os sócios deveriam ser consultados sobre os negócios que poderiam afetar a vida dos clubes no futuro. Os sócios deveriam ter o direito de ler todos os contratos e negociações. Os sócios não colocaram o Sport e outros clubes na pindaíba, com atrasos salariais, débitos trabalhistas, passando por vergonha perante os seus torcedores.

Nunca foram consultados sobre os temas.

Democracia é algo importante para uma sociedade, mas no futebol essa não existe em pleno vigor. Temos uma democracia meia boca, quando os sócios podem eleger os seus dirigentes, mas não podem ter acesso a tudo aquilo que se passa internamente nos intramuros.

As entidades não são transparentes, apenas um pequeno grupo de ungidos tem conhecimento do que acontece.

Os balancetes não são publicados, e por um acaso por conta de uma denuncia de fora os sócios ficam sabendo dos problemas existentes.

Quando uma eleição é finalizada, volta tudo ao que era, com o distanciamento dos eleitores do poder.

Esses deveriam fazer voltar o seu poder de força, porque na verdade são os donos das agremiações, enquanto os dirigentes são os seus agentes, mas infelizmente, nos esportes brasileiros, esses servem apenas para quitar as suas mensalidades.

Esse é o modelo do atual futebol nacional, quando os cartolas pintam e bordam e nada acontece.

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