O ex-jogador Diego Maradona aconselhou nesta segunda-feira (1º) o craque Lionel Messi a deixar a seleção da Argentina, após ter sido criticado por conta de seu desempenho na Copa do Mundo de 2018.

Resultado de imagem para maradona e messi

Em agosto, Messi entrou em acordo com a Associação de Futebol Argentino (AFA) e se afastou da seleção ao menos até o fim deste ano. Em entrevista ao jornal “Clarín”, Maradona aconselhou o camisa 10 a se aposentar em definitivo da Argentina.

Se Messi deve sair da seleção? Sim, porque se a seleção sub-15 perde, a culpa é de Messi. Se o calendário coloca o Racing contra o Boca, quem tem a culpa é o Messi. A culpa é sempre dele. É por isso que eu diria: ‘Não vá mais, louco“, afirmou o ex-craque.

Assim como Neymar pela seleção brasileira, Messi preferiu ficar em silêncio após a eliminação da Argentina na Copa do Mundo, diante da campeã França, nas oitavas de final. A atitude do craque foi duramente criticada na imprensa de seu país.

Eu gostaria que ele tivesse mandado todos nós à m… Ele não é culpado por não ser campeão mundial. Ok, nós tínhamos todas as esperanças nele, mas quando você vai para a pista de corrida, você tem a esperança de que seu cavalo vença, e ele fica em oitavo lugar. Na Fórmula 1, Vettel tem um ótimo motor, mas quem vence é o Hamilton“, comparou Maradona.

Atualmente treinador do Dorados de Sinaloa, do México, o ex-craque também deu sua opinião sobre o técnico interino da Argentina, o ex-jogador Lionel Scaloni, que substitui Jorge Sampaoli, demitido logo após o fim do Mundial.

Agora eles colocaram Scaloni. Scaloni é um ótimo menino, mas como vamos dar a seleção argentina ao Scaloni? Estamos loucos?“, disse o ex-jogador.

O Scaloni diz: ‘Estou pronto’. Mas como, se eu nunca o vi fazer um gol pela Argentina? Com todo o respeito. Como pessoa, podemos fazer um churrasco juntos, mas como treinador da seleção, não“, reclamou o astro.

Sem Messi e com Scaloni no comando técnico, a Argentina enfrentará, nos dias 11 e 16 de outubro, Iraque e Brasil, respectivamente, na Arábia Saudita.

(ANSA)