PELO BLOG DE JJ

O Santa Cruz recebe na tarde de hoje a visita do Bahia para mais um encontro pela Copa do Nordeste, que tem uma tabela pingadinha, tendo a Arena Pernambuco como palco. 

O local do jogo estava definido para o José do Rego Maciel, mas teve que ser trocado para São Lourenço, desde que o gramado do estádio não estava preparado para abriga-lo.

O mais grave  de tudo é que a mudança foi feita de última hora numa demonstração da falta de organização da Federação local que tinha a obrigação de vistoriar a situação do Arruda, e só no final da semana tomou conhecimento do problema, quando o interditou.

Obvio que as declarações do técnico do Santa Cruz foram corretas, desde que tinha inteira razão, mas não agradaram ao presidente da entidade que dirige o moribundo futebol de Pernambuco.

O interessante é que até os bebês de um ano sabiam que o jogo não poderia ser realizado no local definido pelo Circo do Futebol, e somente o setor federação desconhecia, desde que estava em outro planeta.

Quanto ao jogo, esse será importante para o tricolor que irá enfrenar um time da Série A, e um dos favoritos ao título da Copa. Ainda nesse sábado serão realizados mais dois jogos pela terceira rodada, envolvendo Sampaio Correa x Confiança e CRB x Ceará. 

A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS

* Em nossas analises sobre o futebol brasileiro temos afirmado que um clube da grandiosidade do Corinthians não pode ter uma direção tão atabalhoada.

A descoberta da Ata do BMG que trata da aprovação do contrato com o alvinegro paulista para o patrocínio na camisa jogou por terra tudo que foi declarado pelos cartolas corintianos, que cantaram em prosa e verso que o patrocínio era de R$ 30 milhões anuais, que tinha sido pago antecipadamente nesse ano de 2019, deixando claro que este valor referia-se ao acerto anual, divididos da seguinte maneira: R$ 22 milhões fixos, acrescidos de R$ 8 milhões de royaltes.

A Ata do Banco desmentiu a informação do clube.

O valor real a ser pago ao Corinthians é de R$ 12 milhões, e com uma taxa variável do equivalente a 50% do resultado financeiro líquido auferido belo Banco BMG com a venda de alguns produtos aos sócios do clube.

Na tarde de ontem o alvinegro paulista publicou uma nota afirmando que o valor realmente a ser recebido é de R$ 12 milhões anuais, e o restante foi  projetado sobre a taxa variável. Ou seja colocaram R$ 18 milhões no aleatório, que estavam ainda dentro da galinha.

Se a Ata do Banco BMG não fosse divulgada pelas mídias, o gato teria sido comprado como lebre. O Banco depois do Mensalão ficou mais transparente.

São coisas do futebol brasileiro.