O primeiro passo para o renascimento do Santa Cruz futebol clube enquanto instituição de importância no cenário futebolístico nacional é a admissão que o atual paradigma estrutural faliu. Esse é o primeiro axioma que os tricolores, de maneira honesta e humilde, precisam fazer.

O clube das três cores não tem saúde estrutural, tampouco financeira. Os grilhões da precariedade parecem eternos.

No atual cenário do futebol o Santa transita entre o arcaico e o folclórico. É o “santinha” da massa e também do caos. A gravidade de tal situação não é a fase ruim, mas a mentalidade atrofiada que se enrraizou no clube, tornando atrasado tudo que dela provém. Até as “elites pensantes” do Santa Cruz envelheceram. O Santa hoje é um arremedo de clube. O Santa é uma várzea que possui estádio (precário) e torcida.

A luta contra o rebaixamento hoje é o último suspiro daquele que outrora foi o “terror do nordeste”, não por culpa de um indivíduo, mas por conta de um rolo compressor de problemas que se seguem. É duro admitir, mas o rebaixamento é questão de tempo (seja esse ano ou não).

Dessa forma, desprendemo-nos da ânsia de euforias momentâneas e partimos para a construção de um futuro concreto. Porém, é necessário dar o primeiro passo a caminho do futuro do clube que deve iniciar com a renúncia e o sepultamento de práticas gestoras e mentalidade sócio-esportiva ultrapassadas.

O desalento toma conta de vários tricolores que, assim como eu, enxergam um marasmo permanente que aliados ao desgaste do não reconhecimento do óbvio se afastam presencialmente do clube.

Avante tricolores!

Reginaldo Cabral.

(E-mail de participação: welaraujo2@hotmail.com)

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