TEMA LIVRE

Perguntas, Dúvidas…

Uma goleada acachapante!!

Pelo Blog de JJ

O fundo do poço chegou para o Real Madrid após a goleada de 5×1 ofertada pelo seu maior rival, Barcelona.

O time catalão dominou a primeira etapa, com uma superioridade total, com a posse de bola, toque rápidos.

O primeiro gol saiu aos 10′, da autoria de Coutinho. Aos 27′ o VAR foi utilizado, marcando um pênalti contra Suárez, que fez a cobrança e ampliou o placar. O Real totalmente desorganizado, não conseguia acertar os passes. Ficou entregue ao rival.

O time merengue acordou depois da volta do vestiário, e Marcelo diminuiu a vantagem. O jogo tornou-se equilibrado. Num contra-ataque, veio o terceiro gol do Barcelona (Suárez). Logo após mais um gol do atacante uruguaio, aumentando a goleada para 4×1. Aos 41′ Vidal fechou o resultado com o quinto gol.

Tudo isso sem a presença de Lionel Messi.

A situação do técnico Lopetegui no comando do time merengue é desesperadora, desde que em cinco jogos, o Real não conquistou uma única vitória, com quatro derrotas e um empate nos últimos jogos. Não irá suportar, e segundo os jornais de Madrid, Antônio Conte será o próximo treinador.

São coisas do futebol.

– CEARÁ E ATLÉTICO-MG ENCERRAM A 31ª RODADA

* O último jogo da 31ª rodada do Brasileirinho será realizada na noite dessa segunda-feira no Castelão lotado, envolvendo o Ceará, 15º, com 34 pontos, e o Atlético-MG, 6º, com 46 pontos.

Ambos necessitam de uma vitória para as suas pretensões.

Com a sexta-melhor campanha do returno a equipe cearense mesmo perdendo o jogo continuará fora da zona da degola.

Isso ocorre porque o Vitória perdeu para o São Paulo e estancou nos 33 pontos, e quem assumiu a 17ª colocação foi a Chapecoense que venceu o América-MG, que fica atrás do alvinegro pelos critérios técnicos.

O Ceará precisa vencer esse encontro para colocar 3 pontos à frente dos seus adversários, e por estar jogando em casa que é o fator que poderá ajuda-lo a não ser degolado pela Caetana.

Do lado do time mineiro os três pontos serão importantes para as suas pretensões de uma vaga na Copa Libertadores.

Um jogo difícil, e uma derrota do time cearense irá complicar a sua vida, desde que depois desse jogo esse só terá mais três como mandante, ou seja 9 pontos a serem disputados.

Além disso tem muita gente secando-o nessa noite.

Diego Alves e Magrão…

PELO BLOG DE JJ

Não existe no contrato de um jogador profissional uma cláusula que garanta a sua titularidade por todo o tempo, e que esse fique dispensado de ficar no banco de reservas.

O caso de Diego Alves, goleiro do Flamengo, que negou-se a viajar com o seu time para o Paraná por não concordar em ficar na reserva, é algo que deveria ser discutido de forma ampla.

Uma atitude equivocada e que mostra a cara do novo futebol quando atletas ficam bem maiores do que os clubes.

Além de confrontar o treinador, o atleta ficou mal perante Cesar que depois da su contusão assumiu a titularidade. Uma falta de respeito com um colega de profissão, que jamais reclamou por ter sido seu reserva por muito tempo.

A atitude da diretoria do rubro-negro foi correta ao afasta-lo do clube que é maior do que qualquer personagem.

Na último domingo quando tomamos conhecimento desse fato, nos lembramos do que tinha acontecido com o goleiro Magrão, do Sport, no ano de 2015 quando ficou afastado por uma grave contusão, e por conta disso perdeu o seu lugar para Danilo Fernandes mesmo após o seu retorno, e terminou o Brasileiro dessa temporada no banco de reservas.

Jamais abriu a boca para contestar a titularidade do seu substituto que fez um excelente campeonato. Um exemplo que mostra de forma clara dois caracteres distintos.

Por outro lado o comportamento de Diego Alves não é compatível com o seu tempo na primeira temporada no Valencia, quando em 2012 ficou na reserva de Guaita no Espanhol, e titular na Copa do Rei e na Liga Europa.

Nesse período não reclamou por conta do banco de reservas.

São coisas do futebol e de jogadores que pensam que são Deuses.

A calculadora e o rebaixamento…

PELO BLOG DE JJ

A calculadora é a peça principal para os times que estão na busca do título, e principalmente para aqueles que estão fugindo da foice da Caetana.

Com relação ao membros que estão no grupo da degola, os números dos últimos cinco Brasileirinhos não lhes são favoráveis.

Apenas 15% dos clubes que estavam na Zona do Rebaixamento nesses últimos anos, conseguiram escapar, ou seja das vinte equipes apenas três sobreviveram.

2017- Na 28ª rodada, Ponte Preta, Avaí, Coritiba e Atlético-GO, estavam nessa zona. Dez rodadas após continuaram e se abraçaram com a Caetana.

2016, foi igual, quando o Internacional, Figueirense, Santa Cruz e América- MG estavam no Z4 nessa rodada, e caíram no final.

2015- Chapecoense e Figueirense fugiram da foice, deixando o Vasco e Joinville no inferno. Todos terminaram a 28ª rodada nessa zona perigosa.

2014- Dos quatro que estavam no Z4 nessa 28ª rodada, apenas o Coritiba escapou (era o lanterna). Foram degolados os três clubes que lhes faziam companhia, Botafogo, Criciúma e Bahia.

2013- Todos os quatro que fecharam a rodada mencionada na zona da Caetana, no final foram degolados (Vitória, Portuguesa, Ponte Preta e Náutico).

São números desanimadores.

– QUEM TEM A CBF NÃO PRECISA DE INIMIGO

* O Circo do Futebol Brasileiro que é conhecido pelo FBI como CBF, é o maior inimigo do futebol do Brasil, apesar de ter o seu comando.

O maior exemplo está na 29ª rodada do Brasileirinho, em plena reta final alguns time estarão nos gramados com times mistos, por conta de disputas de outros eventos.

Como já postamos anteriormente essa rodada poderá ser definidora na combinação dos seus resultados.

Começa na tarde de hoje com o jogo Flamengo e Fluminense. Um empate ou uma vitória do Fluminense, embora o adversário seja melhor, posto que, clássico é sempre clássico, poderá tirar o rubro-negro da disputa. No caso inverso esse continuará com chances.

Hoje o líder Palmeiras tem 56 pontos, 4 a mais do que os do rubro-negro carioca, e que poderia ter essa distância aumentada.

No domingo teremos dois confrontos, entre Palmeiras e Grêmio e Internacional e São Paulo.

O ¨se¨ será utilizado para analisarmos os possíveis resultados: Se Internacional e Grêmio vencerem as suas partidas, a competição tomará um outro rumo. Se houver empate nesse jogo, e no jogo entre São Paulo e o Colorado houver um vencedor, o Brasileirinho irá pegar fogo.

Mas temos um outro ¨se¨ para ser aplicado: se acontecer um empate no jogo do Beira-Rio e uma vitória do alviverde paulista, esse chegará aos 59 pontos, com oito acima do tricolor gaúcho que dará o adeus à essa competição.

Por outro lado poderá ampliar também a vantagem para o Inter para 5 pontos e de 4 para o Flamengo, se esse vencer o Fluminense, e de 6 para o São Paulo. O troféu ficará bem perto do Parque Antarctica.

Uma rodada cheia de ¨se¨, mas pelas tendências o clube da Gávea será vencedor, o de Felipe Scolari irá continuar sendo um excelente mandante derrotando o Grêmio, e em Porto Alegre o invicto como mandante irá derrotar o tricolor do Morumbi.

Com esses resultados o campeonato continuará com vida, desde que a diferença do líder para o segundo permanecerá sendo de 3 pontos.

Vamos aguardar o encerramento para sabermos qual o ¨se¨ acertou.

De uma coisa temos a certeza de que os estádios estarão lotados, e isso é salutar para um esporte tão maltratado.

Mais uma noite dura para o Leão da Ilha do Retiro

PELO BLOG DE JJ

Apesar de todos os esforços de Eduardo Baptista, técnico do Sport, ao afirmar durante a semana que o seu time iria derrotar o misto do Palmeiras, as dificuldades são grandes para que isso aconteça.

Essa equipe alternativa do alviverde de São Paulo é melhor do que muitos times que estão disputando o Brasileirinho, e tem obtido resultados positivos, e é bem melhor do que seu adversário de hoje.

O rubro-negro da Ilha do Retiro é o 19ª colocação, com 24 pontos, 6 vitórias, 5 empates e 13 derrotas, 32% de aproveitamento.

O Palmeiras é o 3º na tabela de classificação, com 47 pontos, com 13 vitórias, 8 empates e 4 derrotas, aproveitamento de 67%. Como mandante o Sport tem um aproveitamento de 47,2%, enquanto o alviverde como visitante tem 46,15%.

No returno o rubro-negro somou apenas 4 pontos, 22,2%, enquanto o Palmeiras conquistou 14, com 77,78% de aproveitamento.

Nas últimas 10 rodadas., a equipe pernambucana obteve apenas 5 pontos (16,67%), enquanto a paulista somou 24 (80%).

O Palmeiras muitas vezes jogou com esse chamado time alternativo, e conseguiu bons resultados, Está invicto por 10 jogos, e o Sport está com três rodadas sem vitória.

Contra os números não existem argumentos, e a equipe do Parque Antarctica é favorita a conseguir mais uma vitória.

  • A RELAÇÃO DO DESEMPENHO ESPORTIVO E O DESEMPENHO FINANCEIRO

* O trabalho do Itaú BBA sobre as finanças do clube no ano de 2017, nos mostrou algo bem interessante, ou seja o desempenho esportivo e a sua relação com o desempenho financeiro.

Segundo os analistas da entidade financeira, no campeonato mais longo o planejamento e equilíbrio financeiro fazem alguma diferença, e cita que dos seis primeiros colocados no final do primeiro turno, os três mais equilibrados (Flamengo, Palmeiras e Grêmio) estavam entre eles, e o líder era um clube próximo ao equilíbrio (São Paulo).

O vice líder, Internacional está na cota do imprevisível, mostrando que alguma organização e sorte na montagem do elenco acabam dando resultado.

Por outro lado nos torneios eliminatórios fica caracterizado que os mais equilibrados avançaram, como na Libertadores e Copa do Brasil, com exceção do Corinthians nessa última, que hoje é um time com problemas financeiros e desequilibrado.

O Itaú-BBA destacou o obvio, desde que a relação das finanças dos clubes e os seus desempenhos esportivos são peças gêmeas, e isso observamos há muito tempo.

Ex presidente do Vitória/PE disputa vaga para deputado Federal

Fundador e ex-dirigente do Vitória, o “Tricolor das Tabocas”, Paulo Roberto (Patriota) deixa a seara do futebol para disputar uma vaga de deputado federal nestas eleições.

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Paulo Roberto ao lado do presidente da FPF, Evandro Carvalho

No comando do Vitória/PE, o clube de futebol chegou a conquistar vários títulos e se tornou referência nacional do futebol feminino.

Para todos que comentam que, se eleito, será mais da “Bancada da Bola”, ele desmente e explica: “Não é a defesa do futebol a minha principal motivação. Quero ser deputado federal para ajudar Pernambuco, apresentando projetos nas áreas de educação, segurança e geração de empregos, principalmente.”

Paulo Roberto diz que propostas na área dos esportes também estão na sua plataforma de trabalho na Câmara Federal, como a valorização das ligas de esporte amador, com o propósito de formar novos atletas profissionais e a implantação de programas que valorize os profissionais do futebol.

Ele também defende a liberação de emendas parlamentares para a criação de complexos esportivo destinados à prática de atividades olímpicas.

Paulo Roberto é professor e dirigente da Faculdade Escritor Osman Lins (Facol) e do Colégio Radar, de Vitória de Santo Antão/PE. Na eleição de 2016, disputou a prefeitura daquele município pelo PSD e obteve 30.019 votos.

Por Alexandre Acioli

Porque eu saí do futebol (e hoje agradeço)

Por Mayra Siqueira, ex CBN São Paulo.

“Só você, ouvinte do Futebol CBN, vai ouvir agora todos os detalhes desta transmissão mais que especial, com todas as informações trazidas pela nossa super equipe! Quais os destaques do Corinthians, Mayra Siqueira?!”

Houve um momento que eu parei de contar, mas ouso dizer que bati pelo menos 400 transmissões de jogos nos meus sete anos de rádio. Ou seja: mais de 400 vezes eu participei de uma introdução de jornada esportiva como essa. O frio na barriga em cada transmissão, a mão no microfone e a voz firme e decidida pra passar a informação solicitada – fosse ela certa ou em estágio ainda de apuração.

Foram anos “mágicos” e momentos incríveis, sonhados por tanta gente. Teve a TV, o falar ao vivo pra milhares (batemos milhões, será?) de pessoas. Preconceitos quebrados, nome consolidado e imagem trabalhada com muito esmero, esforço e barreiras superadas.

“Você não se arrepende de ter deixado o jornalismo esportivo?”

“Quando você vai voltar pro esporte?”

“Você faz falta”

Cada vez que ouço isso, sinto menos embaraço em responder que: não, não devo voltar. Aprendi a nunca dizer nunca, e nem pretendo mudar isso. Nossa vida, felizmente, é muito dinâmica. Mas… hoje? Não existe esse desejo. Respondo com um meio-sorriso e sigo o baile.

Sou grata. Extremamente grata. Mas não mais completa.

Eu não saí do jornalismo esportivo necessariamente porque buscava isso, mas sair do que eu hoje eu vejo como uma “bolha” fez minha visão de abrir para um plano macro. Como naqueles cartoons que a alma se descola do corpo e consegue ter uma visão da cena de plano inteiro. Quase como dar um Ctrl- no seu teclado e olhar todas as informações ali contidas, como um “todo”.

Eu não quero, tão cedo, voltar pra uma profissão que não se conhece mais.

Não me entendam mal: acho o trabalho jornalístico fundamental, e acho importantíssimo que uma análise profissional faça parte dos relatos de esportes que provocam tanta paixão. Mas acho que a mão na consciência tem que passar por essa área também.

Jogador que fala o que quer pra aproveitar o assédio da mídia e aparecer. Técnico que bate na mesa e/ou ironiza e menospreza repórter. Jogador e técnico amiguinhos de jornalistas em relação promíscua com a veracidade da informação. Futebol de bebidas, mulheres, drogas e tudo aquilo que costuma acompanhar dinheiro (que acompanha os futebolistas, é claro).

Jovens sem instrução, vítimas de empresários exageradamente instruídos em malícia, vítimas do excesso de dinheiro sem preparo algum, vítimas da fama rápida (invariavelmente promovida pela imprensa).

“Fulanilson estreia com dois gols pelo [insira-seu-time-grande-de-série-A-no-Brasil]!”

Pronto, no dia seguinte tem três TVs na casa dele, fazendo um “exclusiva”, repercutindo para os sites respectivos. Fulanilson já não sabe onde buscar a humildade que foi ensinado a repetir e buscar, mas que passa longe da sua experiência nos vestiários. Lá ele vê seu colega, o Sicranilson, já rasgando na “resenha” e falando de tudo o que ele conseguiu fazer naquela última viagem do time com todos os seus milhares de reais mensais que não serão guardados e que, ao fim de sua carreira, esgotar-se-ão mais rápido que água pelo ralo, deixando-o falido e buscando viver do nome que tentou construir.

Exagero? Talvez. Sei que há muito mais que isso, e coisas muito boas! Porém não consigo continuar essa frase sem uma designativa de oposição. “Mas” “porém” “no entanto” “contudo”…

O mundo do futebol se tornou algo que me provoca mais ojeriza do que diversão.

O mundo do jornalismo esportivo, com seus machos que não enxergam seu próprio preconceito e empregadores que não pretendem dar reconhecimento ao bem mais precioso que têm – suas pessoas: me provoca ranço.

O jornalismo esportivo não entendeu que precisará se reinventar para sobreviver.

É a anti-miopia de que, quanto mais me afasto, melhor consigo ver: essa fórmula se esgotou. O futebol brasileiro e sua gigantesca bolha, também.

A passo de Tartaruga…

PELO BLOG DE JJ

Pernambuco é um dos estados do Brasil mais lentos na evolução do seu futebol. Nada acontece e as mesmices se repetem.

A situação é tão grave que só temos apenas um clube da primeira divisão local em plena atividade, o Sport, e assim mesmo rolando pela ladeira.

Os demais, inclusive Santa Cruz e Náutico estão hibernando em uma caverna profunda em uma das serras de nosso estado.

Numa conversa que tivemos com um dirigente de um dos clubes que disputam a Segunda Divisão estadual, tomamos conhecimento das precariedades dos estádios em que estão sendo realizados os seus jogos, sem a mínima condição de abriga-los, e com a ausência de torcedores.

Futebol profissional é algo sério, e requer uma gestão com visão do futuro. Nada mudou em nossos clubes e na Federação. Tudo continua como dantes a passo de uma tartaruga cansada no meio do caminho.

Não temos um bom trabalho de base, e para comprovar isso basta observarmos as escalas nos jogos. Quantas caras novas aparecem? Um esporte que não consegue promover novos talentos, tende a morrer de inanição. As suas necessidades são supridas quando contratam um avião de jogadores, e alguns de qualidade duvidosa.

Em todas as competições nacionais de categorias de base, nos últimos anos os nossos representantes foram eliminados de forma precoce. Algo certamente está errado.

Há pouco vimos um atleta do Sport ingressar no segundo tempo de um jogo, que nunca tinha atuado desde a sua contratação. Que tipo de futebol é esse, quando se contrata do nada para o nada?

Planejamento estratégico para os cartolas é um palavrão, e levam de roldão as bases de uma boa administração, refletindo no dia a dia das agremiações.

O futebol do interior vive de sonhos e constantes ilusões, enquanto a federação local é o próprio retrato do que não se pode fazer por esse esporte.

Que mal fez o futebol para ter dirigentes que o usam para ganhar status, e as benesses dos cargos, deixando de lado os princípios básicos para que foram eleitos?

Um dirigente esportivo precisa entender que o cargo é para o bem coletivo, e não a serviço de vaidades e interesses pessoais, inclusive com a politica nociva do nepotismo.

O esporte da chuteira no Brasil vai mal, mas o de nosso estado está no fundo do poço, sem perspectivas para os seus clubes, sem um projeto de perenização, e entra ano e sai ano, nada muda, nada se transforma e a mesmice continua de forma duradoura e com um triste contexto.

Se existem culpados para a estagnação do futebol de Pernambuco, são os clubes que se submetem a tudo que acontece, a sociedade esportiva alienada do processo, e uma imprensa que finge em seu conjunto que nada acontece e permite que esse continue em sua via-crúcis.

O resto é apenas conversa fiada.

Chorando pelo leite derramado!

PELO BLOG DE JJ

Entra ano e sai ano e a choradeira no futebol brasileiro continua, e agora contando com a presença de várias carpideiras profissionais para chorarem pelo leite derramado.

Mais uma vez as reclamações dos dirigentes, treinadores e afins sobre a convocação da seleção do Circo para amistosos mequetrefes, levando jogadores que estão atuando no Brasileirinho que não irá parar.

Choros e reclamações nada resolvem, desde que a atitude deveria ser tomada há muitos anos não aconteceu, com relação ao maldito Calendário do futebol brasileiro. O sistema é pernicioso e prejudicial para os clubes.

Um exemplo bem recente afetou o nosso estado com a eliminação de três clubes da Série C, Salgueiro na fase de grupos, sendo inclusive rebaixado para a D, Santa Cruz e Náutico nas quartas de final, e que irão hibernar por 90 dias sem jogos, e sem recursos para as suas manutenções.

Como esses existem centenas de agremiações dormindo em algumas cavernas.

Como o futebol do Brasil poderá evoluir quando a própria entidade que o administra o está destruindo? A legislação esportiva determina que o ano futebolística tem que ter 10 meses de atividades para os clubes. Tal Lei ficou no papel e não é obedecida.

O nosso calendário segue na contramão da história, sendo o inverso do europeu, e de alguns países Sul-Americanos. Esse modelo permite a paralização dos jogos nas datas FIFA, para que sejam evitados prejuízos para os times.

O Brasileirinho está em pleno andamento, já na sua segunda fase, e os clubes terão que disponibilizar atletas para que possam atender a seleção circense. Um grande retrocesso.

Um modelo idiota, feito por apedeutas de carteirinhas.

Sabemos que a emissora de televisão que monopoliza os direitos de transmissão das diversas competições é contrária à adaptação do calendário nacional ao do mundo, para não complicar a sua grade de programação.

Ao ponto em que chegamos, o nosso futebol depender de uma grade, quando deveria haver grades para colocar muita gente que nele convive e que mereciam estar por trás dessas.

Com o calendário de forma universal as datas seria iguais, só os meses diferentes, e com isso não teríamos choque de competições, que obriga aos clubes a utilizarem times alternativos no campeonato maior do país, e em especial com os amistosos mequetrefes que só servem para encher as burras do Circo e dos agentes.

Não entendemos essa barreira, esse ódio à mudanças, desde que a universalidade de um calendário criaria mecanismos profundos para uma melhor temporada para jogos amistosos em diversos torneios no exterior, que fazem falta aos clubes, e em especial aos nossos atletas para o amadurecimento tão necessário na profissão.

O futebol brasileiro necessita distribuir de forma racional as suas datas, enxugando ou eliminando os falidos estaduais que poderiam ser substituídos por uma Série E regionalizada.

Lamentável é a passividades dos clubes que constituem a parte mais interessada na cadeia do futebol nacional, que ficam submissos a um comando sem credibilidade e que está enterrando o que resta desse esporte em nosso país.

As mídias também são omissas, e mesmo percebendo o que acontece enfiam as cabeças na terra como avestruzes humanos.

Ou mudamos ou vamos continuar aplaudindo a autofagia de um calendário que abandona clubes no meio do caminho, e ouvido o choro das carpideiras em torno de um leite derramado.

Obvio que não somos uma Ilha para ficarmos isolados no futebol mundial, como se fossemos os únicos inteligentes do mundo.

Lamentável!

A angústia de tricolores e alvirrubros neste Domingo!!

PELO BLOG DE JJ

Santa Cruz e Náutico jogam na tarde de hoje os seus destinos na Série C, como também para toda o resto da temporada.

O tricolor jogará como visitante na cidade de Ponta Grossa, Paraná, contra o Operário Ferroviário, com vantagem no placar agregado de 1×0, enquanto o alvirrubro estará recebendo na Arena Pernambuco o Bragantino, com a desvantagem de dois gols.

Os torcedores dos dois times ficarão angustiados até o final desses jogos.

Na verdade sentimos de perto o que representa uma partida que leva ao acesso.

Em 1990 na Série B quando dirigíamos o futebol do Sport, tivemos um encontro decisivo contra o Guarani quando jogávamos pelo empate. O Bugre saiu à frente, e a angústia aumentou por estarmos perdendo a chance de voltar para a Série A. Um empate salvador resolveu o assunto. O time não exasperou-se.

Sabemos bem o que estão sentindo os dirigentes desses clubes como os seus torcedores.

O jornalista Claudemir Gomes, na última quinta-feira nos fez uma pergunta pertinente: se os mandantes ganharam os quatro jogos que foram realizados quando da ida, esse fato poderia ser repetido nos encontros da volta com os outros donos dos mandos?

Com relação as probabilidades isso poderia acontecer, desde que nos 184 jogos dessa divisão, os mandantes venceram 100 (54,34%), os visitantes apenas 36 (19,57%) e 48 empates (26,09%).

A repetição questionada não é impossível de ser concretizada, mas algo embutido no modelo da competição poderá influenciar, e que um mandante vencedor tem chances de ser eliminado, desde que os resultados não superem os dos jogos anteriores.

O Operário para continuar na competição terá que derrotar o Santa Cruz no mínimo por 2×0. O mesmo acontece com o Botafogo-PB no seu encontro contra o Botafogo-SP. Ambos jogam pelo empate.

Por sua vez o Náutico terá a obrigação de terminar o seu jogo com uma vitória por 3×0 contra o Bragantino, e o mesmo dar-se-á com o Atlético Acreano no seu encontro contra o Cuiabá.

A situação não é tão fácil, mas para os que levam a vantagem o mais importante é o de jogar de forma inteligente para que possa manter a diferença existente, sem retranca exagerada, esperando os erros dos adversários.

Náutico e Atlético Acreano terão que buscar as suas vitórias, sem açodamento, jogando com aplicação, desde que os rivais virão com um ônibus articulado.

Os destinos de todos estarão nas mãos dos Deuses do Futebol, sendo que pelos sites de probabilidades os favoritos são os quatro clubes do Grupo B, Operário, Botafogo-SP, Bragantino e Cuiabá.

Preferimos esperar o apito final de cada jogo.

O Sport ressuscitador, o Náutico no cavalo paraguaio e o primeiro passo do Santa Cruz!

PELO BLOG DE JJ

O Sport tem a síndrome do ressuscitador. Quando um time está na padra uma visita do Leão o traz de volta à vida.

Ontem na Vila Belmiro mais uma derrota, desta vez acachapante pelo placar de 3×0, que deveria ter sido de 4×0 por conta de um gol legitimo de Gabriel que foi anulado pelo auxiliar, aceito pelo árbitro do Coronel, Dewson de Freitas.

Apesar do placar o jogo foi uma tragédia grega onde todos morrem no fim, vencidos e vencedores.

O time santista é ruim, mal organizado, mas encontrou o pior time da história do futebol do rubro-negro da Ilha do Retiro. Magrão é o único que sobra de um elenco que deveria ser vendido por R$ 1,00 em um site de compras.

A defesa do Sport é grotesca, leva gols banais por falta de marcação, o meio de campo não existe e o ataque é ridículo. De tanto correr atrás da bola, Hernane Brocador, caiu com câimbra.

Eduardo Baptista que brinca de ser treinador, é aquele que foi sem nunca ter sido, resolveu mudar deixando Felipe Bastos no banco de reservas, que apesar de ser fraquinho, é bem melhor do que Ferreira, a maior descoberta de Arnaldo Barros, que de gestão de clube entende tanto, como nós sabemos de energia nuclear.

Quando o time mostrava alguma melhora por conta da mediocridade santista, Rogério que corre olhando para o chão como um touro, pediu para ser expulso.

Do outro lado o comandante Cuca que pode ser mestre de cozinha, mas para técnico de futebol falta muito, deixou Rodrygo no banco, e esse só entrou em campo por conta da torcida. A sua presença virou o jogo, inclusive marcando o segundo gol.

Após o fim da rodada com os jogos de hoje, certamente o velho Leão estará na zona da degola de onde não sairá até o fim da competição.

Lamentável, o Sport não merece uma diretoria como essa.

– O CAVALO PARAGUAIO E O NÁUTICO

* O Náutico complicou a sua vida por conta da derrota de 3×1 para o Bragantino, no primeiro jogo do mata-mata que irá definir os quatro clubes que terão o acesso para a Série B Nacional.

O placar foi injusto para o time da casa que mandou no primeiro tempo e perdeu muitas oportunidades. O alvirrubro foi um time insosso, amorfo, sem a menor iniciativa. A defesa tremia com a bola aérea, e essa entrava na sua meta. Jogou pouco futebol, diferente de alguns jogos na fase de grupo.

No segundo tempo o Náutico melhorou um pouco, marcou o seu gol, que trouxe alguma esperança para o jogo de volta. Apesar da melhora o Bragantino perdeu duas chances de ampliar o marcador.

Obvio que a diferença de dois gols pode ser tirada, mas se a equipe de Bragança Paulista atuar como o fez ontem, será difícil para o alvirrubro reverter o resultado.

Esse corre o risco de ter nadado muito e no final morrer na praia.

Será que montou um belo cavalo paraguaio?

– O PRIMEIRO PASSO DO SANTA CRUZ

* O primeiro passo do Santa Cruz para obter o acesso à Série B tem o seu inicio na tarde de hoje no Arruda, quando irá receber a visita do Operário de Ponta Grossa, Paraná.

Na verdade uma pedreira já que esse time embora tenha se colocado em segundo lugar no seu grupo com a mesma pontuação do primeiro, foi sem duvida o mais destacado dessa primeira fase.

O tricolor necessita de uma vitória, mas para consegui-la terá que ter muita cautela em seu jogo, desde que o Fantasma como visitante tem um bom aproveitamento. Uma conquista com qualquer placar será uma boa garantia para o jogo de volta na casa do adversário.

O Santa Cruz terminou na 3ª colocação no Grupo A, com 28 pontos, 7 vitórias, 7 empates e 4 derrotas, com um aproveitamento de 52%.

Enquanto isso Operário ficou na 2ª colocação no Grupo B, com 35 pontos, 10 vitórias, 5 empates e 3 derrotas, (65%).

Nas últimas cinco rodadas, a equipe Coral somou 8 pontos dos 15 disputados (53,3%), enquanto o Fantasma obteve 6, (40%), inferior ao do rival.

Como mandante o tricolor do Arruda conseguiu 17 pontos, com um aproveitamento de 62%, enquanto isso, a equipe de Ponta Grossa conquistou como visitante 14 pontos, aproveitamento de 51%, que é excelente.

Os sites de probabilidades apontam o Operário como favorito, mas o Santa Cruz tem todas as condições de obter um bom resultado. Para que isso aconteça o primordial é a vontade de jogar.

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