BRONCA

Transtornado, goleiro Luciano desabafou contra a arbitragem em Salgueiro: “Tomaram nosso título”

Confira o que falou o goleiro reserva do Salgueiro, Luciano. O jogador estava revoltado com o gol anulado do Carcará na partida.

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Afundado em dívidas, o Vasco é considerado um clube em estado de falência

No site Época EC (Por Rodrigo Capelo) – Eurico Miranda tem o defeito de tentar mostrar força só no gogó. Quando a realidade dá as caras, a frase de efeito constrange – como quando o Vasco foi rebaixado à segunda divisão, em 2015, apesar de o presidente ter garantido que se mudaria para a Sibéria se isso acontecesse.

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“O vasco vai brigar nas cabeças, com certeza”, e dizia o cartola em entrevista coletiva que havia convocado, em 20 de dezembro de 2016, para falar sobre as finanças vascaínas. Meses depois, após publicado o balanço financeiro do clube, chega a realidade. Não há nenhuma evidência de que tenha condições de disputar as primeiras posições do Campeonato Brasileiro. Nem perto disso. O Vasco de 2017 em estado de insolvência.

Antes de nos aprofundarmos nos números, um alerta. Tudo o que você lerá aqui foi extraído do balanço financeiro vascaíno. Mas há razões para desconfiar do documento. A auditoria independente Anend, contratada por Eurico para verificar as contas de 2016, como manda a lei, expressou em seu relatório que não pôde checar todos os dados. Os auditores não conseguiram confirmar se havia dinheiro em caixa, por exemplo, nem uma série de outros indicadores cujos valores foram apresentados pela direção cruz-maltina. A auditoria avaliou as finanças com o que tinha e responsabilizou a administração do time pelo que viu, mas não pôde testar.

Dito isso, comecemos pelo dinheiro que entra no caixa. O Vasco faturou R$ 213 milhões em 2016, o maior valor de sua história, mas com um enorme asterisco. A maior parte do aumento se deve aos R$ 60 milhões em luvas que recebeu da TV Globo por vender, antecipadamente, os direitos de transmissão para as temporadas de 2019 a 2024. O faturamento recorrente, sem as luvas, está na casa dos R$ 150 milhões. Outras fontes de receitas mostram performances preocupantes. O Vasco teve em 2016 as piores rendas de sua história recente – desde 2010, quando passou a detalhá-las – em bilheterias, patrocínios e transferências de atletas. O que segura as pontas é a TV.

Depois vem o dinheiro que sai do caixa. Apesar de jogar a Série B, campeonato no qual a competitividade é menor, os gastos aumentaram para quase R$ 200 milhões. Repare o descompasso entre quanto o Vasco arrecada e quanto o Vasco gasta. Faltaram R$ 50 milhões para que o clube conseguisse apenas fechar a conta – sem que pagasse um centavo sequer das dívidas que acumulou ao longo dos últimos anos, assunto para o parágrafo seguinte. Eurico só terminou o ano no azul porque recebeu as luvas pelo contrato de 2019 a 2024. Uma receita que não se repetirá nem em 2017, nem tão logo.

Se o problema fosse pontualmente o descompasso entre receitas e despesas, estaria tudo certo. O Vasco tem condições de, na primeira divisão, elevar suas receitas com bilheterias e patrocínios para tentar fechar a conta. Mas não é o caso. O resultado das trágicas gestões de Roberto Dinamite e do próprio Eurico é um endividamento maior do que o Vasco. O clube possui R$ 205 milhões em dívidas de curto prazo, que precisam ser pagas no decorrer de 2017, equivalentes a 40% de todo o seu endividamento.

Você não precisa de calculadora para chegar à principal conclusão. Se o Vasco fatura coisa de R$ 150 milhões, mas gasta R$ 200 milhões com despesas e tem R$ 205 milhões a pagar em dívidas, faltam R$ 255 milhões apenas para que o clube termine 2017 no zero a zero. A auditoria é clara sobre a situação no relatório que acompanha o balanço: “Eventos ou condições futuras podem levar o Vasco a não mais se manter em continuidade operacional”. Em português claro: o Vasco pode quebrar de vez.

Eurico alega que a situação hoje é melhor do que quando reassumiu o time, no fim de 2014. É verdade. O endividamento foi reduzido de R$ 653 milhões naquele ano para R$ 517 milhões em 2016. Mas a razão precisa ser colocada em contexto.

A direção vascaína abateu R$ 113 milhões de sua dívida com o governo, via renegociação do Profut, graças a descontos em juros, multas e encargos. Não há dúvida de que a diminuição e o alongamento da dívida fiscal foram uma vitória. Isso destravou os pagamentos do patrocínio estatal da Caixa, que exige lisura nas obrigações com o governo para pôr o dinheiro na conta do clube. Só não dá para se apegar à redução de uma dívida de longo prazo para colar a versão de que as coisas melhoraram.

Por que o Vasco não fecha as portas? Fosse uma empresa comum, o clube entraria em um processo de recuperação judicial e teria seus bens leiloados para pagar os credores. Não é assim que funciona no futebol. Não há juiz que compre a briga de tomar São Januário e a sede vascaína numa canetada. Em vez disso, as receitas são penhoradas aos poucos para pagar os que chegam às últimas instâncias na Justiça.

O efeito disso é perverso. As bilheterias, os patrocínios e a TV mal chegam ao caixa do clube, que por sua vez vai atrás de empréstimos para honrar sua folha salarial. À torcida, resta assistir aos resultados em campo de um clube em estado de falência. Rebaixado em 2013 e 2015, o Vasco que se cuide em 2017.

(Marcondesbrito)

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E TOME FUMO!! – Santa x Sport: suspensões, multa e perda de mando

As infrações na partida entre Santa Cruz e Sport rendeu punição ao mandante e alguns atletas. Julgados nesta segunda, dia 15 de maio, pela Primeira Comissão Disciplinar do STJD do Futebol.

Daniela Lameira / Site STJD

O Santa Cruz foi multado em R$ 20 mil e punido com duas perdas de mando pelo arremesso de duas latas de refrigerante no campo de jogo, Vitor suspenso por três partidas, Wellington dois jogos e Elicarlos absolvido.

Do lado do Sport, Rithely recebeu suspensão total de cinco partidas, Evandro um jogo de punição e Everton Felipe absolvido. A decisão, proferida em primeira instância, cabe recurso e pode chegar ao Pleno.

A denúncia teve origem após análise da súmula e de vídeos da partida entre Santa e Sport realizada pela semifinal da Copa do Nordeste. No total seis atletas e o clube mandante foram denunciados e responderam a artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD):

Everton Felipe, Sport: artigo 258-A por provocar o público durante a partida.

Rithely, Sport: artigos 254-A (agressão física), 258-A (provocar a torcida), 257 (participar de rixa, conflito ou tumulto) e 258-B (invadir campo após a expulsão).

Elicarlos, Santa Cruz: artigo 254-A por praticar agressão física.

Evandro, Sport: artigo 243-F por ofensa a honra.

Wellington, Santa Cruz: artigo 254 por praticar jogada violenta.

Vitor, Santa Cruz: artigo 254-A por praticar agressão física.

Santa Cruz: O clube foi denunciado nos artigos 213, inciso I por não prevenir e reprimir arremesso de objeto no campo e no artigo 191, inciso III por deixar de cumprir o regulamento.

Presente no julgamento, Rithely negou que tenha tido a intenção de pisar no adversário em lance que gerou sua expulsão. O jogador declarou ainda que, quando percebeu que ia pisar no adversário, tentou tirar o pé. Perguntado sobre quem teria lhe acertado um tapa no rosto, Rithely respondeu que não foi Elicarlos e sim o lateral Tiago da Costa. O camisa 21 do Sport afirmou ainda que não saiu do vestiário para provocar ou causar tumulto com a torcida e equipe adversária, mas sim para comemorar o gol do companheiro André.

Após o depoimento de Rithely, o Subprocurador Luciano Hostins reiterou os termos da denúncia, destacou que os fatos estão muito claros e que a única preocupação da Procuradoria é com relação ao perigo dos fatos narrados. “Uma provocação de um atleta que precisa ser sancionado de forma exemplar. Temos que ponderar entre aquilo que está na súmula e o que foi dito pelo atleta (em depoimento)”.

Renato Britto, advogado em defesa do Santa Cruz, ressaltou as dificuldades encontradas pelos clubes quando o aparato policial decide não fazer a detenção dos torcedores identificados. O defensor destacou que as medidas preventivas e repressivas foram realizadas pelo mandante.Com relação aos atletas, o advogado pediu a absolvição de Elicarlos por restar claro que não foi quem atingiu o adversário Rithely. Já aos atletas Wellington e Vitor, a defesa pediu a aplicação da pena mínima a ambos.

Em defesa do Sport, Osvaldo Sestário defendeu a absolvição de Evandro e Everton Felipe. Quanto ao atleta Rithely, o advogado sustentou que o jogador é hoje a voz do torcedor do Sport e que defende o clube há quase sete anos. Ainda de acordo com Sestário não houve um pisão proposital de Rithely no adversário e, por isso, pediu a desclassificação do artigo 254-A para o artigo 250. No segundo momento, o árbitro relatou uma invasão e provocação do jogador a torcida adversária. O advogado defendeu: “Tanto no pisão quanto no segundo momento ele fica no meio, mas não toma nenhuma atitude. Ao final da partida volta ser denunciado por invasão. Já havia acabado o jogo e eles vão todos comemorar a classificação com a torcida do Sport. Não se pode considerar uma invasão”, finalizou.

Com a palavra, a Auditora Michelle Ramalho votou para desclassificar a conduta de Vitor para jogada violenta (artigo 254) e aplicar suspensão de três partidas ao atleta do Santa Cruz; pelo relato de Rithely absolver o atleta Elicarlos; ao atleta Rithely absolver pelo pisão (artigo 254-A) e absolver por provocar a torcida no artigo 258-A; desclassificar o artigo 257 para o artigo 258-A com três jogos de suspensão e mais duas partidas de suspensão por infração ao artigo 258-B ao invadir o campo no fim do jogo. Ao atleta Wellington aplicar dois jogos no artigo 254, votou para desclassificar a conduta de Evandro no artigo 243-F para o artigo 258 aplicando a pena de advertência ao jogador e para absolver Everton Felipe na denúncia no artigo 258-A. Ao Santa Cruz, a Auditora votou no sentido de aplicar multa de R$ 15 mil pelo arremesso de chinelo e latas de refrigerante no campo (artigo 213, inciso III) e absolver o clube da denúncia no artigo 191, inciso III.

O Auditor Gustavo Pinheiro divergiu em dois pontos da relatora. O Auditor votou para aplicar uma partida a Evandro no artigo 258, sem converter em advertência e ao Santa Cruz aplicar multa de R$ 20 mil e perda de dois mandos de campo no artigo 213, inciso III. Gustavo justificou que é inadmissível o acesso e arremesso de duas latas de refrigerante no campo de jogo por torcedores e destacou que tal objeto poderia machucar um atleta.

Logo após, o Auditor Douglas Blaichman divergiu da relatora para aplicar dois jogos de suspensão a Evandro no artigo 258 e na punição de R$ 20 mil de multa e perda de dois mandos ao Santa Cruz no artigo 213, inciso III.

O Auditor Rafael Feitosa acompanhou a divergência na aplicação de uma partida ao atleta Evandro no artigo 258 e na multa de R$ 20 mil e duas perdas de mando ao Santa Cruz.

Ultimo a votar, o Presidente Lucas Rocha também divergiu para aplicar um jogo de suspensão a Evandro no artigo 258 e votou para multar em R$ 20 mil e quatro perdas de mando ao Santa Cruz.

(STJD)

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INÉDITO – Revoltado, técnico denuncia Figueirense a Caixa Econômica: “Como um clube patrocinado pela caixa não deposita FGTS?”

O técnico de futebol Hudson Coutinho, ex Figueirense, fez um desabafo em rede social contra o sindicato, e contra seu ex clube. O treinador está questionando a Caixa pelo comportamento do Figueirense.

Desde Março deste ano Hudson foi contratado pelo Marcílio Dias. Aos 44 anos o treinador revelou que o Figueirense que é patrocinado pela caixa ainda não depositou seu FGTS, nem paga e nem homologa sua rescisão. E para piorar ele vai ter que entrar na justiça.

CONFIRA O DESABAFO!!

 

 Contribuição sindical?

Não serve para nada, ou melhor, seu único objetivo é tirar uma parte dos nossos rendimentos. Quando o sindicato precisa entrar em ação para auxiliar um funcionário demitido e resposta é que somente através de ação judicial você conseguirá receber.

Este é meu caso. Demitido em 23/12/2016 e até agora sem receber FGTS pq o clube não quer homologar a rescisão.

Não entendo como um clube patrocinado pela Caixa Econômica Federal pode atrasar depósitos de FGTS e mesmo assim continuar recebendo Banco patrocinador.

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LAMENTÁVEL – Jogador irregular tira o bom time do Náutico da Copa do Brasil SUB 20

Um dia após a eliminação do Náutico no campeonato Pernambucano pelo Sport, o torcedor do alvirrubro recebe uma péssima notícia nos bastidores do clube.

O bom time do Náutico que está disputando a Copa do Brasil SUB 20, está eliminado por ter colocado um atleta irregular contra o Corinthians. O Timbu já estava de malas prontas para enfrentar o jogo da volta na cidade de Chapecó contra a Chapecoense.

Nesta segunda chegou a notificação sobre a irregularidade.

Procuramos o diretor de futebol de base Breno Caldas para saber o que aconteceu.

Breno Caldas:

Infelizmente aconteceu um erro de um funcionário do setor de registros e prejudicou todo mundo. Nosso trabalho estava sendo bem feito, eliminamos o Corinthians e com isso levamos um verdadeiro baque. O nosso volante Samuel veio do Guaratinguetá para o Náutico suspenso por um jogo. Ele foi julgado depois pegando duas partidas. Contra o Corinthians no jogo da volta ele não poderia ter atuado e jogou. Vamos se reunir e definir as providencias. Um erro desse não pode acontecer de jeito nenhum” completou.

Com a eliminação do Náutico, o Corinthians volta para a Copa do Brasil e vai enfrentar a Chapecoense.

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LAMENTAVEL!! – Repórter do site CoralNET é coagido por jogadores do Santa Cruz

NOTA DE REPÚDIO

Na última segunda-feira (17), logo após a vitória diante do Salgueiro, os jogadores do Santa Cruz demoraram para subir ao gramado do Arruda e fizeram uma longa reunião sobre o pagamento do salário de março, que havia vencido no dia 15 (sábado). Os atletas, inclusive, solicitaram a presença do presidente Alírio Moraes na conversa. Após tomar conhecimento do fato, o repórter Daniel Lima, do portal CoralNET, expressou em seu Twitter pessoal que achava a cobrança “exagerada” por parte do elenco, já que o salário havia vencido há apenas dois dias.

Logo após o treinamento, Daniel – durante o exercício de sua profissão – foi chamado pelo assessor de imprensa do Santa Cruz e conduzido até o centro do gramado, onde foi pressionado por um grupo de atletas, liderados por Anderson Salles e Jaime, a se explicar pelo comentário que fez em seu Twitter pessoal. Os jogadores disseram que não gostaram da opinião de Daniel e achavam que com isso ele estaria jogando a torcida contra o elenco.

Nós, que fazemos o portal CoralNET e há mais de 20 anos levamos as notícias do Mais Querido para o Mundo, repudiamos veementemente a coação sofrida por nosso profissional e reforçamos que não temos compromisso algum de agradar dirigentes ou jogadores do Santa Cruz. Continuaremos expressando nossa opinião doa a quem doer. Nossa missão, como veículo de imprensa, é reportar para nossos internautas o dia-dia do Tricolor e fazer o clube ainda maior.

Apesar do fato ter acontecido na semana passada, esperamos passar a decisão diante do Salgueiro para tratar do assunto, já que o foco estava na semifinal do Estadual.

Agradecemos todo o apoio que recebemos após o ocorrido, principalmente do presidente da ACDP ( Associação dos Cronistas Desportivos de Pernambuco), André Luis Cabral, que colocou o departamento jurídico da Associação à disposição de nosso profissional. Além dele, agradecemos também aos diretores do Santa Cruz Constantino Júnior e Jomar Rocha, que compartilharam do sentimento de repúdio de nossa equipe, ao contrário do departamento de comunicação do clube, que não se pronunciou.

Mesmo esse tendo sido um fato isolado, encabeçado por alguns jogadores, alertamos que essa não é a primeira vez que atletas do Santa Cruz tentam coagir integrantes da imprensa. No ano passado, por exemplo, o volante Uillian Corrêa invadiu a sala de imprensa para discutir com o repórter Iranildo Silva.

JOTA SANTANA
Coodenador de Jornalismo

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BOMBA! – Presidente de time tenta matar goleiro

Lages, SC, 21 (AFI) – O goleiro Neto Volpi, do Internacional de Lages, quase foi morto pelo presidente Cristopher Nunes.

O fato aconteceu na noite de quarta para quinta-feira. Quatro jogadores do Inter estavam sendo despejados do hotel em que residem por falta de pagamento. Revoltados, os atletas começaram a pressionar o presidente e, em meio à discussão, Cristopher e mais alguns capangas – fala-se em cinco – agrediram Neto Volpi, inclusive desferindo golpes com um taco de bilhar em sua cabeça.

Cristopher Nunes construiu rápida fama de caloteiro em LagesCristopher Nunes construiu rápida fama de caloteiro em Lages

Recentemente, o goleiro Neto Volpi se envolveu em uma polêmica em que teria havido uma tentativa de suborno para que ele sofresse gols propositadamente contra o Figueirense. Na verdade, pelo que se apurou, a proposta seria de um site de apostas, sem qualquer envolvimento com o Figueirense. De qualquer forma, Volpi, demonstrando fidelidade ao clube, denunciou o fato à diretoria e à imprensa.

Neto Volpi é conhecido também por ser primo de outro goleiro, Tiago Volpi, que viveu bom momento no Figueirense, entre 2012 e 2014, e desde 2015 atua pelo Querétaro, do México. No clube mexicano, jogou ao lado de Ronaldinho Gaúcho.

Goleiro Neto Volpi, que encontra-se hospitalizado após ser agredido por Cristopher NunesGoleiro Neto já hospitalizado

SETE PONTOS

O jogador está hospitalizado, levou sete pontos na cabeça, e encontra-se sob observação médica.

Cristopher Nunes surgiu como um presidente da nova geração em Santa Catarina, mas rapidamente conseguiu fama de um dos mais caloteiros dirigentes do futebol brasileiro.

Na Justiça do Trabalho de Lages, não há empresa com mais reclamações trabalhistas do que o Internacional.

PERTO DA SEGUNDONA
A Inter de Lages vive momento delicado também dentro de campo, já que no domingo disputa a última rodada do Campeonato Catarinense brigando para não cair. Se não vencer o Avaí, o time de Lages precisa torcer por tropeços de Almirante Barroso e Metropolitano para não ser rebaixado.

(FutebolInteiror)

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BRONCA! – Pedido de vista adia julgamento do Santa Cruz

O Santa Cruz terá que aguardar a próxima sessão para saber a posição do STJD do Futebol sobre o tema fair-play financeiro.

Com salários de atletas atrasados na Série A do Campeonato Brasileiro 2016, o clube foi absolvido em primeira instância e o processo chegou ao Pleno. Em julgamento iniciado nesta quinta, dia 30 de março, o Auditor Otávio Noronha pediu vista e o caso foi retirado de pauta para análise dos autos. O desfecho deve ocorrer na próxima sessão a ser agendada.

Denunciado por atraso salarial da equipe nos pagamentos de 2016, o Santa Cruz foi absolvido em primeira instância no STJD do Futebol. Em julgamento realizado no dia 13 de fevereiro, os Auditores da Quinta Comissão Disciplinar acolheram, por maioria, a preliminar de perda de objeto levantada pela defesa. Descontente com a decisão e em busca de uma punição ao clube, a Procuradoria recorreu e o pedido entrou em pauta do Pleno.

Em última instância nacional, o Procurador-geral do STJD, Felipe Bevilacqua reiterou os termos da denúncia e destacou a importância do tema debatido.

Tudo que é dito no regulamento específico vai de encontro com o fair-play financeiro que vem da Europa. Ele começa de cima pra baixo e quer preservar a instituição, a estabilidade, os atletas e o equilíbrio do campeonato. É uma medida adotada nos maiores campeonatos do mundo e uma das mais importantes”, afirmou.

No entendimento da defesa do Santa Cruz, representada pelo advogado Osvaldo Sestário, não há de se falar em punição devido a infração ter ocorrida no ano de 2016 e ter perdido o objeto, além de destacar os acordos feitos com os atletas para pagamento dos valores devidos.

O regulamento prevê a punição na competição ocorrida e não na seguinte. Perdeu objeto. Estamos enfrentando esse caso pela primeira vez e o Santa Cruz é a cobaia. Que se leve em consideração a situação financeira do clube. Grande parte dos salários foram acordados e estão sendo pagos parceladamente”.

Após ouvir as partes, o Auditor responsável pela relatoria do processo no Pleno, João Bosco Luz, entendeu que houve infração ao Regulamento Geral das Competições e votou para dar provimento ao recurso da Procuradoria para aplicar a perda de três pontos no Campeonato Brasileiro 2016 por infração ao artigo 19 do REC e multa de R$ 100 mil ao Santa Cruz por infração ao artigo 191 do CBJD.

Os Auditores Décio Neuhaus e Mauro Marcelo de Lima acompanharam o entendimento e o voto do relator.
Logo após, o Auditor Otávio Noronha pediu vista do processo, previsto no artigo 128, § 2º do CBJD e que foi concedido pelo Presidente Ronaldo Botelho Piacente.

Art. 128. O auditor, na oportunidade de proferir o seu voto, poderá pedir vista do processo e, quando mais de um o fizer, a vista será comum.

§ 2º Quando a complexidade da causa assim o justificar, o auditor poderá pedir vista pelo prazo de uma sessão, prorrogável, no máximo, por mais uma sessão.
Com isso, o processo será finalizado na próxima sessão a ser agendada.

(STJD.COM)

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EXISTE ISSO? – Narrador tem que se esconder após narrar gol da vitória da Ponte Preta

Os profissionais que trabalham na transmissão dos jogos por todo o mundo precisam basicamente de uma boa visão do campo para poder trabalhar. Em Sorocaba, no interior de São Paulo, o locutor Carlos Batista, da Rádio Bandeirantes de Campinas, acabou sofrendo com a ira dos torcedores do São Bento, que foi derrotado pela Ponte Preta, por 2 a 1.

Carlos Batista, narrador da Rádio Bandeirantes, agachado no estádio em Sorocaba. (Foto: Arquivo Pessoal/ Carlos Batista)

Posicionado em uma das cabines do estádio, que fica um pouco acima da arquibancada inferior coberta, destinada aos torcedores da casa, o narrador e sua equipe sofreram com os ânimos exaltados de alguns dos são-bentistas presentes no jogo na noite do último domingo (26). Irritados com a forma “animada” com que o narrador descrevia os lances do time de Campinas, alguns deles tentaram invadir a cabine e chegaram a puxar o narrador por um dos braços. No momento em que o São Bento empatou o confronto, o narrador descreveu os momentos de tensão.

A torcida do São Bento fica muito próxima das cabines de imprensa no estádio. Não poderíamos fechar o vidro por conta do sinal do microfone do nosso repórter de campo. Os torcedores estavam irritados e xingavam os ponte-pretanos que estavam no setor acima. Quando a Ponte fez o gol, percebi que o torcedor começou a ficar ainda mais irritado. Minha narração é com muita vibração para os times de Campinas. No intervalo, os torcedores me disseram que se eu não narrasse um gol do São Bento da mesma forma, eu iria ver o que ia acontecer. Quando saiu o gol do São Bento, percebi um braço agarrando meu celular e outro tentando puxar minha caderneta. Até perdi meus óculos”, descreve o narrador.

A confusão só terminou quando seguranças da diretoria da Ponte Preta, que assistiam ao jogo em uma cabine ao lado, cercaram o espaço e conseguiram acalmar os torcedores do São Bento.

Foi uma tensão muito grande. Acabei não registrando boletim de ocorrência porque não são torcedores do São Bento, são vândalos que vão ao estádio arrumar confusão. O estádio é municipal e o São Bento não teve culpa alguma”, disse Batista.

O São Bento, porém, contraria o discurso do radialista. Presente em uma das cabines ao lado, Marcelo Anderson Coelho, diretor de futebol amador time de Sorocaba, admite que houve confusão, mas que ambos trocaram xingamentos e que em nenhum momento os torcedores tentaram invadir a cabine.

Estava do lado e não vi nada demais. Esse pessoal da Rádio Bandeirantes exagerou. Ninguém invadiu nada, o que houve foi os dois lados xingando um ao outro. Mas em nenhum momento houve agressão e ninguém invadiu. A postura do narrador foi muito infeliz. A diretoria do São Bento tratou muito bem todos os visitantes”, relata Marcelo Anderson Coelho.

(GE)

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JUSTIÇA! – Técnico Sidney Moraes participou de audiência contra o Náutico

Foram três meses como treinador do Náutico na gestão de Glauber Vasconcelos, e nenhum centavo recebido. Assim terminou a passagem do técnico Sidney Moraes no alvirrubro. O treinador chegou dia 13 de maio de 2014 e saiu no dia 10 de Agosto.

Sidney esteve no Recife nesta Quarta-feira(15) para uma audiência trabalhista contra o Náutico. “Tive um bom aproveitamento no Náutico. Quando chegaram os reforços que eu pedi a crise financeira estourou de vez e foi demitido. O pior de tudo é sair sem receber um rela do Náutico. Conversei com os dirigentes da época e ninguém me pagou. Tive que entrar na justiça infelizmente” disse Sidney.

Confira uma conversa rápida que tivemos com o treinador.

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